Coleção pessoal de ricardo_barradas_ricardo_v_barradas
Para os espiritualistas, para os que acreditam que o sentido da vida não acaba aqui e para aqueles que acreditam nas experiências cientificas do quase morte e no processo evolutivo da reencarnação. A partir destes conceitos, acreditam se que a criança vem autista por opção, que no plano astral ela, escolheu uma mulher ou uma família com o nítido objetivo de amadurecer o amor incondicional. A criança é agente e propositor da afetividade divina ao diferente. Um agente do processo evolutivo humano, tão descrente neste momento planetário de duvidas no caos contemporâneo.
O autismo ou Transtorno do Espectro Autista, conhecido como TEA, é uma condição especial de cunho neurológico e a literatura cientifica sempre aponta maior incidência em meninos mas de forma alguma, isola o mesmo aspecto do autismo em meninas. No entanto, pela própria natureza biológica da mulher, entre ciclos de humor, diferenças de temperatura e transformações, tensões e ansiedades pré menstruais, ocorrendo pela proliferação de uso de hormônios alimentares, vem acontecendo cada vez mais cedo, dificultando o diagnostico claro e objetivo, neste sentido. A própria mídia da internet dificilmente apresenta uma menina autista como exemplo.
Seguindo meus antigos tratados e livros sobre a joalheria da Sublime Ordem, eu como artista plástico joalheiro, divido a criação e execução das jóias na maçonaria, em dois grupos. O primeiro das jóias dos graus, dos cargos ou das ritualísticas obedecendo a simbologia, os metais e as gemas oficialmente correspondentes para uso interno. E o segundo das jóias ornamentais e simbólicas, primando pelo bom gosto e de forma discreta, na alusão de pertencimento a filosofia maçônica, para confirmar o compromisso de fidelidade com a ordem, para o uso em todos ambientes, sagrados e profanos.Estas são jóias para uso diário e pessoal.
Sempre alerto para o perigo do diagnóstico precoce, de uma criança com um suposto transtorno do espectro autista TEA, para não se tornar uma "sentença" que apaga toda a subjetividade e por seguinte uma melhor comunicação e uma maior compreensão do comportamento inclusivo. O "isolamento" autista não deve ser visto necessariamente como um déficit social, mas como uma forma particular de gerenciar as fronteiras de suas emoções sensíveis na permissão, contato e retirada. O objetivo, não é forçar o contato do autista para com pessoas a seu meio, mas sim respeitar o ritmo individual de cada pessoa e ampliar cada vez mais as possibilidades de contato, quando cada qual, se sentir seguro.
Todos somos responsáveis por mais amor, carinho e acolhimento aos pequenos " neurodivergentes". Cabe a sociedade civil ativa, a constante analise e a reflexão nos processos investigativos para a pedagogia especial e integral. A democracia existencial, só existe, quando todos zelam pelo bem estar e a melhor qualidade de vida de todos.
Hoje em dia os relacionamentos duram bem menos que o esperado, e fruto deste relacionamento, não tão raramente como pensamos, temos um portador com o transtorno do espectro autista, em guarda compartilhada. Acredito que cada conjugue acompanhe e queira o melhor para seu filho mas muitas vezes, o mais pratico na melhor das intenções, pode não ser o melhor opção para o autista. A exemplo, são as voltinhas nos shopping um ambiente de "criptonita" para os portadores de TEA, muita iluminação, muito barulho, muitas informações sobretudo de campanhas publicitarias para venda em massa. O ambiente do shopping, é um local pratico mas inconveniente para o autista de qualquer nível. Os locais mais recomendados, são passeios ao ar livre em locais calmos.
Não existe a possibilidade de reverter de forma rápida o isolamento social do ser com o TEA transtorno do espectro autista. Acredito, que a melhor forma, seja pedir sensivelmente autorização para entrar e passarmos a fazermos parte do isolamento particular, dentro dele. O primeiro passo deve ser sempre natural e igualitário a ele e ao mundo dele, para depois com alguma confiança, de forma leve estabelecermos suavemente uma nova conexão para a comunicação, de mais ouvir e respeitando a linguagem e o foco, dele.
A comunicação com o autista se da quando começamos a aprender os novos significados das palavras para ele, dentro de nosso próprio idioma. Da mesma forma que só conseguimos entender novas dificuldades e assuntos que lhe incomodam, aos portadores da síndrome do espectro autista TEA, observando suas expressões involuntárias que engolem os sentimentos, as argumentações mas revelam as faces ocultas de abandono e solidão, dentro de suas almas.
Acredito que os caminhos prósperos para o desenvolvimento mais abrangente de uma neurociência pedagógica inclusiva, nos casos de transtorno do espectro autista TEA, sejam mais "junguiana" e "moreniana" de Jung e de Moreno. Por uma abordagem menos direta do individuo e indo pelas bordas, pela aroma terapia, cromoterapia, arte terapia e o psicodrama, chega se mais fácil a compreensão. Afinal o caminho inicial para um entendimento neural comportamental me parece vital saber sensivelmente do que ele gosta e como ele se vê. Só depois de um conhecimento e comunicação com a auto identidade que podemos, direcionar para o que podemos sugerir, ensinar e aprender, aprender dos dois lados, um novo aprendizado do terapeuta e do paciente,
A Síndrome de Burnout, é um estado anormal de exaustão física, emocional e mental resultante de estresse crônico no trabalho. A meu ver, sempre está ligada a uma concorrência mental comparativa de resultados, com outros trabalhadores próximos ou familiares. Na verdade, não necessariamente que estes índices de produtividade, existam fisicamente fora do individuo que concorre. Em muitos casos, estes ícones de resultados profissionais, podem ter sidos mau interpretados, projetados e mesmo inventados como alto parâmetro de eficácia. Mesmo diante a exaustão, os sintomas incluem cansaço extremo, negatividade, isolamento social e baixa produtividade, o que agravam o quadro.
Os portadores da Síndrome de Savant que tem características de um talento acima da media, em uma o mais áreas do conhecimento, tais como memoria, arte e musica, observa se que estas três habilidades estão diretamente ligadas a matemática, sobretudo na área de calculo e a performance de resultados rápido e preciso, mas na maioria dos casos tem de alguma forma a presença do autismo. Alguns estudos científicos publicados sugerem que a mente dos portadores de Savant, não tem diferente capacidade mental dos portadores do TEA, na sua forma leve, e acredita que em ambos os casos tais super habilidades se desenvolvam pela capacidade de persistência, por meio de muitas horas de praticas e exercícios mentais prolongados, uma mente calculadora que nunca desliga.
Pelos novos avanços da atual física quântica do século XXI, a ciência acadêmica está cada vez mais próxima dos conceitos da ciência espirita mas sem o sectarismo religioso. Por uma nova e abrangente compreensão do ser integral, combinações estão cada vez mais próximas entre o espirito, o períspirito, o corpo físico neural e o energético mental.
O autismo é uma super capacidade objetiva de compreensão. Na verdade um super coeficiente mental de micro foco e atenção dirigida na questão que pensa, que capacita o individuo a encontrar e criar meios e modos de pensamentos nunca abordados tradicionalmente e com isto chegarem a resultados precisos e em menos tempo. Cada individuo tem a habilidade em um determinado campo de conhecimento, particularmente eu acredito que com as novas descobertas da física quântica contemporânea, em muito pouco tempo, algumas novas descobertas cientificas entrelaçaram muito mais com a espiritualidade do espirito nervoso do que questões meramente físicas neurobiológicas do individuo.
De certa forma, os anjinhos de Deus são autistas, vieram para esta vida com hiper foco de amor, luzes, caridade e bondade, muitas vezes incompreendidos pela maioria da sociedade, mas nunca os maculem com as coisas rasas e mundanas, como dinheiro, aparentes valores e vaidades de serem iguais. Cada qual veio a vida por uma missão personalíssima, sendo assim devemos aquietar nossas finitas compreensões e comparações e amar o que Deus pai, por sabedoria nos presenteou de diferente.
O autismo não limita as pessoas, pelo contrario em certos casos desenvolve um super foco e um fator recorrente de genialidade sobre um determinado assunto ou habilidade. O que limita, não o autista, mas a sociedade comum com quem ele convive é a desinformação, as superstições, as didáticas padrões e o múltiplos preconceitos não preparados do novo. E o pior que muitos poucos entendem como, o ser diferente luta dia a dia, para ser igual e receber o amor, o carinho e a atenção comum a todos, dentro de seu mundo divergente, tão especial.
A comunidade artística do planeta, fala sobre seus sonhos, seus medos e suas esperanças sobre a vida, por sua arte. Na maioria das vezes de forma simbólica, icônica e colorida, como se brincassem de ser Deus e reconstruíssem o universo de uma forma mais sublime, harmoniosa, justa e bela.
Existem dois tipos de restauração de uma obra de arte. Uma mais rápida e bem mais barata, que o consertador, utiliza se de materiais de baixo preço sem qualquer responsabilidade na preservação e integridade com a obra, que visualmente parece ter bom resultado. E a outra, que é geralmente bem mais lenta e custa bem mais caro, em que o restaurador gabaritado, utiliza se dos materiais originais profissionais, com responsabilidade na preservação do original, respeitando a técnica do autor, que visualmente, mesmo aos olhos de profissionais, é quase imperceptível.
