Coleção pessoal de Raimundo1973
Descobri que a minha melhor versão é esta, após os 60. Não tenho que agradecer a quem nunca esteve ao meu lado. Não preciso copiar ninguém, nem fingir o que não sou. Esta é a minha verdadeira imagem, a minha melhor essência depois dos 60.
Compete a você desbravar para alcançar o impossível. Nada é fácil no mundo, mesmo quando o universo parece estar a nosso favor. Vá explorar horizontes, sabendo que um dia sempre haverá o retorno.
Os fantasmas do passado não me assustam, nem conseguem arrancar lágrimas dos meus olhos. Não há sentimentos de arrependimento ou remorso que o ontem possa reivindicar. Afinal, o passado não se repete no hoje.
Tudo está vazio nesta página sem você. Não há história vivida, o dia se veste de nuvens sem alegria, a noite perde a lua, e a rua é apenas silêncio e vazio. Sem você, não existe riso, nem a felicidade encontra lugar para morar.
No resumo da vida, jamais estamos prontos para a despedida inesperada. O adeus não se encaixa no cronograma da partida precoce, e a lágrima oculta escorre envergonhada até encontrar o chão.
Dê uma pausa, respire, busque conselho e aprenda com os erros, até descobrir a paz de abraçar o silêncio.
Será que a vida é uma metáfora, ou apenas sustenta a ignorância por não conhecermos o seu verdadeiro significado.
O acaso não se confunde com o nada é por acaso, são realidades distintas. Ambos seguem regras diferentes, mas compartilham um mesmo propósito, manifestando-se em situações diversas.
No fundo será que o amor que você recebe é verdadeiro, ou apenas uma ilusão criada para manter você presa a esse sentimento duvidoso.
Me explica quero entender, você finge que gosta de mim que estou em teus pensamentos enganando a minha inocência por te amar.
Na estação, surge a dúvida: a multidão procura uma direção, mas no mesmo ponto de encontro revela-se apenas um propósito incerto.
Então tudo está no mesmo lugar, porque que tudo está diferente em nós por favor explica este dilema.
Se todo começo tem um fim, onde esteve o início de tudo? E, então, onde será o fim, se tudo um dia acaba.
Quando o processo traça os passos rumo à liberdade tão desejada não vai, mas o que vejo à frente nem recua nem avança, fica estagnado, impedido de conhecer o projeto que acolhe e abraça em plena sintonia de liberdade.
Por que o ser faz o que faz e, mesmo assim, continua fazendo o que faz? Será que há um propósito nesse impasse, instalado no repetido fazer e refazer, onde não existe ainda uma explicação de explosão favorável no faz o que fazem.
O amor é desconhecido e estranho para muitos que ainda não conhecem o próprio amor. Ele não provoca choro, não causa dor, nem afronta as lágrimas das feridas sofridas. O amor não cria expectativas, não interfere na distância e tampouco tenta agradar o coração abandonado. O amor é liberdade — aquilo que alguém deseja ouvir, mesmo estando longe do amor.
