Coleção pessoal de Psiclaudiamarilia
Mãe é casa que abriga e nutre, mesmo antes da gente existir.
É a casa que sustenta a vida.
É morada que divide o antes e o depois.
Mãe te concebe e recebe na chegada,
acompanha sua jornada
e se quebra na despedida.
Mãe é amor, é pressão, exageros, saudades, proteção.
É amor e ambiguidade.
Pode estar distante, mas pra ficar ausente... só doente.
É força e fragilidade ao mesmo tempo.
Mãe é raiz.
Mesmo quando o galho se parte,
ela permanece sustentando a história.
Porque ser mãe é existir no outro
mesmo quando não é mais vista ou compreendida.
Psicóloga Claudia Marília 🌻
Como a mãe que perdeu seu filho para a morte, ou a que o perdeu para algum "desvio" de vida, ambas enlutadas, amargam profunda dor.
Na sua jornada de transformação o que está bom pode melhorar. E o que está ruim não precisa piorar.
Amigos de verdade celebram com você a sua vitória, falsos amigos ou colocam defeito na sua conquista ou abrem uma competição.
A biblia pode ser uma fonte de estudos da inteligência emocional, é só escolher um foco central e bons estudos.
Equilíbrio emocional é o autogerenciamento. Reconhecer, admitir e administrar pensamentos, sentimentos, emoções e comportamentos.
Tentar abraçar o mundo pode se tornar muito pesado e inútil, abraçar a si mesma fortalecerá sua transformação.
Das falácias do próspero e do aproveitador a diferença é notável. O próspero te serve o seu melhor, um banquete. O aproveitador pode fazer melhor, mas te dá um lanchinho( tudo "inho" quando dá)... Só que na hora de ser servido exige sempre o seu melhor, só quer o banquete...
Para uma mãe não existe um filho(a) preferido(a), e sim momentos evolutivos diferentes para ambos. E esses momentos conduzem todos a novos ciclos, tanto distanciam como aproximam uns dos outros.
Autoestima é um conjunto de atenções, intenções, serviços e cuidados prestados a si mesmo para sua construção, inclui saúde, educação, beleza, higiene e descontração.
Quem não ouve e socorre a sua própria dor emocional, ao longo do tempo se perde de si mesmo, torna-se irreconhecível um estranho(a)!
