Coleção pessoal de principe_kielyam
Eu comecei a passear, eu parei de passear, então eu posso retomar o passeio; Juntos somam um exemplo de alavancas dos momentos, mas não uma persistência e desistência das oportunidades.
Se falar feio é feio, ser feio não pode ter comportamento feio nem atitude feia que não cumpre as ordens, regras e combinados morais, então ser feio é uma aparência feia.
O excesso de autoridade dos críticos nasce do desequilíbrio: quando os sábios se calam e os ignorantes não param de falar.
O Natal é um misto de alegria e tristeza, uma hipocrisia denunciada pelo próprio Jesus: surgem milhões de declarações repentinas de amor, seguidas de desobediência e abandono em todos os outros dias.
"A ruína interna tornou-se normal. Incapazes de lidar com o próprio vazio, elas agora tentam projetar essa mesma desordem no mundo ao redor."
_Valery Monteiro
Ensinaram-me a ser bom em cada passo,
e assim caminhei.
Carreguei a bondade como espada,
ofereci paz ao mundo
e respeito a todas as criaturas.
Mas o que recebi em troca?
O silêncio frio da ingratidão.
A bondade não me deu abrigo,
não me ergueu muralhas,
não me protegeu da tempestade.
Fui bom — e o mundo foi duro.
Fui justo — e o mundo foi cego.
Agora sei:
a bondade sem força é frágil,
e quem só oferece flores
acaba esmagado pelos espinhos.
Embora a vida não seja um trevo de 4 folhas
Em todo o mundo há trevos de 3 folhas
Para nos lembrarque mesmo incompleta, a vida é linda
"O mundo não deixará de ser redondo só porque você pensa que ele é quadrado, ou o mundo não deixará de ser quadrado só porque você pensa que ele é redondo; ou você se adapta, ou passa a vida sem se encaixar em nenhum lugar."
Algo começa,
algo termina.
No sopro breve da existência,
somos faísca e cinza,
somos relâmpago e silêncio.
Não existe meio-termo,
apenas o intervalo —
um fio tênue de respiração
entre o nascer e o fim.
Nesse espaço,
o tempo nos molda,
a dor nos lapida,
o amor nos consome.
E quando o último instante
se erguer como sombra,
restará apenas o eco
do que ousamos ser.
"O FOMO é o imposto que pagamos por vivermos em um presente que tenta, desesperadamente, estar em todos os lugares ao mesmo tempo."
No Brasil, a mobilidade intrageracional é tão restrita que uma vida inteira não basta para mudar de lugar.
