Coleção pessoal de principe_kielyam

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A saudade não quer presença imediata; ela quer reconhecimento do que foi vivido.

Algumas pessoas não ficam na vida, mas permanecem na memória como lugares seguros.

Há silêncios que só existem porque antes havia conversa, riso e companhia.

A saudade é a prova de que houve conexão, mesmo quando o destino escolheu caminhos diferentes.

A distância não apaga o que foi sentido, apenas muda a forma como lembramos.

Nem toda despedida foi planejada, mas toda saudade carrega significado.

A saudade aparece quando o coração revisita momentos que a vida não permite repetir.

A saudade amadurece a gente, porque ensina a valorizar o que não pode mais ser tocado.

Às vezes, sentir saudade é a única maneira de manter alguém presente sem invadir o tempo.

A ausência também ensina, mesmo quando machuca.

A saudade não pede retorno, pede espaço para existir.

A saudade é um afeto que aprende a caminhar sozinho quando a presença já não pode acompanhar.

Nem tudo que faz falta precisa voltar; algumas coisas só precisaram existir uma vez.

A saudade não é fraqueza, é sensibilidade que não se perdeu.

Há pessoas que viram lembrança, mas nunca deixam de ser parte da história.

Conviver com a saudade é aprender a honrar o passado sem se aprisionar nele.

Você não deve temer alguém que tem uma biblioteca e lê muitos livros; você deve temer alguém que tem apenas um livro, e o considera sagrado, mas nunca o leu.

Liberdade não é ser solto do mundo, mas é ser segurado e esperado da posição.

Onde você vê confusão mental, eu vejo composição musical. A arte não precisa de diagnóstico, precisa de ouvidos atentos.

O menino se encontra peramburando, procurando e em ansiedade grita: "Mãe!"
Grita pela bolsa, mas nesse ponto, lembra que o que procurava não existia
A bolsa se perdera ao passear.
A mãe surge e, ao surgir, atônita olha
Olhar que dilacera o menino, menino que se põe a chorar
A mãe recita: "Sei que choras, não é uma bolsa, é a bolsa Bolsa que aproxima você e seu avô".
Mas o menino, outrora sábio, se perdera e o sentido se dissipou
Dissipou-se enquanto se apertava, como se quisesse abraçar a alma
E nesse abraço, ouve um som de cigarra que impressiona sua mãe.
A mãe prestes a falar, é interrompida pelo menino: "Mãe, o avô falou uma vez, algo que não entendi, agora entendo".
A mãe curiosa pergunta, e o menino em um sorriso sincero retribui: "Quando o silêncio traz saudade, o mundo tentará abraçá-lo
Abraçá-lo nem que seja com o canto de uma cigarra".
O menino agora chora não pela bolsa, mas pelo presente que seu avô entregou
Presente que guarda enquanto cochila no colo da mãe
Mãe que o protege, e o acaricia.