Coleção pessoal de PrErivanJesus

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A pedra já estava removida
não para que Jesus pudesse sair, mas para que as testemunhas pudessem entrar.

No silêncio do sepulcro, a morte estava sendo tragada pela vida.

A cruz não termina em fracasso, mas no cumprimento cabal de uma missão de resgate.

A cruz tem o poder de transformar discípulos secretos (como José e Nicodemos) em testemunhas públicas e corajosas.

A cruz revela a gravidade do pecado: se o preço foi a morte do Filho de Deus, o problema não era superficial.

O pecado não é uma questão leve; sua quitação exigiu o sangue do Justo.

A flagelação de Cristo revela simultaneamente quem Deus é (Santo e Amoroso) e quem nós somos (caídos e carentes de redenção).

A religião pode se tornar um instrumento de morte quando perde o compromisso com a Verdade.

Cristo foi condenado em um tribunal terreno para que fôssemos absolvidos no tribunal celestial.

A Cruz possui um eixo vertical (reconciliação com Deus) e um horizontal (reconciliação com os homens). É teologicamente impossível amar a Cruz e nutrir ódio pelo irmão por quem Cristo morreu.

A obra da cruz é perfeita e autossuficiente. Ela não precisa de complementos humanos; ela precisa ser proclamada, vivida e adorada.

A cruz salvou. O túmulo confirmou. A ressurreição triunfou. A missão continua até que Ele venha.

A cruz pagou o preço. O túmulo confirmou a morte. A ressurreição proclamou a vitória. O terceiro dia mudou absolutamente tudo.

A morte não foi negada; foi vencida no espaço e no tempo. O cristianismo não venera uma sepultura, mas proclama uma ausência: "Ele não está aqui".

Antes da Cruz houve rendição. Depois da Cruz houve oração.