Coleção pessoal de pensandogrande
O Reino do Céu é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra, e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens, e compra esse campo.
O Reino do Céu é também como um comprador que procura pérolas preciosas. Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens, e compra essa pérola. (Mt 13, 44-46)
Os discípulos se aproximaram dele, e disseram:
«Explica-nos a parábola do joio.»
Jesus respondeu: «Quem semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifadores são os anjos. Assim como o joio é recolhido e queimado no fogo, o mesmo também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará os seus anjos, e eles recolherão todos os que levam os outros a pecar e os que praticam o mal, e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí eles vão chorar e ranger os dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça.»
Mt 13, 36-43
«O Reino do Céu é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado.»
Mt 13,33
«O Reino do Céu é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E se torna uma árvore, de modo que os pássaros do céu vêm e fazem ninhos em seus ramos.»
Jesus contou outra parábola à multidão:
«O Reino do Céu é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Uma noite, quando todos dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e foi embora. Quando o trigo cresceu, e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio.
Os empregados foram procurar o dono, e lhe disseram: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?’
O dono respondeu: ‘Foi algum inimigo que fez isso’.
Os empregados lhe perguntaram: ‘Queres que arranquemos o joio?’
O dono respondeu: ‘Não. Pode acontecer que, arrancando o joio, vocês arranquem também o trigo. Deixem crescer um e outro até à colheita. E no tempo da colheita direi aos ceifadores: arranquem primeiro o joio, e o amarrem em feixes para ser queimado. Depois recolham o trigo no meu celeiro!’ «
“... nossa forma representa nossos hábitos fisiológicos e até nossos pensamentos habituais... A forma do rosto, a da boca, das pálpebras, e todos os outros traços da fisionomia são determinados pelo estado habitual dos músculos planos, que se movem entre as camadas gordurosas que se localizam debaixo da pele. O estado desses músculos vem do estado de nossos pensamentos... Sem que o saibamos, nosso rosto, pouco a pouco, vai se modelando de acordo com nosso estado de consciência. E com o progresso da idade, torna-se a imagem cada vez mais exata dos sentimentos, dos apetites, das aspirações de todo o ser...”
(Alexis Carrel in “O homem, este desconhecido”)
A beleza do corpo é um caminho que conduz à beleza da alma, e a beleza da alma, a Deus. Se você parar no caminho, não alcançará o essencial.
É bom termos belos pratos à nossa disposição, mas, de que serve o prato se não há nada dentro? É bom possuir uma bela moldura para um quadro, mas, que importa a moldura se não há tela? Formidável é enfeitar a sala com magnifíco lustre, mas, que adianta o lustre se não foi instalada a luz? Se Deus lhe deu um corpo harmonioso, um rosto bonito, agradeça-lhe: mas, que importa seu corpo, se o espírito não é rico e não anima o corpo?
A autêntica beleza vem do interior, nasce do espírito e desabrocha pela irradiação da alma divinizada. Essa beleza atrai e tonifica aqueles que a contemplam.
Mt 13,1-9 : Se o Reino já está aqui, por que existem fracassos e conflitos? Jesus trouxe as sementes do Reino, e elas se espalharam pelo mundo. Mas, assim como Jesus encontrou resistência no meio do seu próprio povo, do mesmo modo pessoas e estruturas continuam impedindo a justiça do Reino de se estabelecer entre os homens. Sem dúvida, haverá uma colheita, mas à custa de muitas perdas, isto é, muitos procurarão sufocar as sementes do Reino, antes que chegue a vitória final. Querer negar e fugir dessas dificuldades para a implantação do Reino é não compreender o seu mistério.
(nota de rodapé)
«Ouçam, portanto, o que a parábola do semeador quer dizer: Todo aquele que ouve a Palavra do Reino e não a compreende, é como a semente que caiu à beira do caminho: vem o Maligno e rouba o que foi semeado no coração dele. A semente que caiu em terreno pedregoso é aquele que ouve a Palavra, e logo a recebe com alegria. Mas ele não tem raiz em si mesmo, é inconstante: quando chega uma tribulação ou perseguição por causa da Palavra, ele desiste logo. A semente que caiu no meio dos espinhos é aquele que ouve a Palavra, mas a preocupação do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a Palavra, e ela fica sem dar fruto. A semente que caiu em terra boa é aquele que ouve a Palavra e a compreende. Esse com certeza produz fruto. Um dá cem, outro sessenta e outro trinta por um.»
(Mt 13,18-23)
«O semeador saiu para semear. Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os passarinhos foram e as comeram. Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. Porém, o sol saiu, queimou as plantas, e elas secaram, porque não tinham raiz. Outras sementes caíram no meio dos espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram as plantas. Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e renderam cem, sessenta e trinta frutos por um. Quem tem ouvidos, ouça!»
(Mt 13,3-9)
De fato, quando estávamos entre vocês, demos esta norma: quem não quer trabalhar, também não coma. Ouvimos dizer que entre vocês existem alguns que vivem à toa, sem fazer nada e em contínua agitação. A essas pessoas mandamos e pedimos, no Senhor Jesus Cristo, que comam o próprio pão, trabalhando em paz.
(2tessalonicenses)
Paulo apresenta a etapa final da história como um grande combate. O homem ímpio se manifestará com todo o poder do mal, da mentira e da injustiça, fazendo coisas que seduzirão e convencerão os que não acreditam na verdade e preferem a injustiça. Ao mesmo tempo se manifestará também o Senhor Jesus, para destruir e aniquilar o homem ímpio e todos os que o seguem. A arma do combate é o sopro da boca de Jesus, isto é, o Evangelho anunciado e testemunhado pelos fiéis, que tornam presente o testemunho de Jesus, vencendo assim tudo o que aliena, aprisiona e oprime os homens.
Em tempos de dificuldade e perseguição há sempre boatos que perturbam e assustam a comunidade cristã, afirmando que a vinda gloriosa de Jesus (parusia) está próxima, marcando o fim do mundo. Usando a mesma linguagem dos profetas e dos autores de apocalipse, Paulo desmente esses boatos, apresentando dois motivos: ainda não chegou o tempo da apostasia, isto é, da crise geral causada pelas perseguições e tribulações que levam muitos a abandonarem a fé (cf. Mt 24,12-13); e ainda não se manifestou o homem ímpio, isto é, o grande adversário de Deus e do povo fiel; esse adversário se absolutizará a ponto de se apresentar como Deus, oprimindo o povo e perseguindo os cristãos. Tais coisas já são conhecidas pelos destinatários, pois eles sabem inclusive que existe um obstáculo para a plena manifestação do adversário (vv. 6-7). Talvez Paulo esteja aludindo ao testemunho dos cristãos que lutam pelo Reino de Deus, impedindo a absolutização e divinização de pessoas, coisas e estruturas.
Se acreditamos que Jesus morreu e ressuscitou, acreditamos também que aqueles que morreram em Jesus serão levados por Deus em sua companhia.
O homem só e autossuficiente é impensável. Se ele quiser realizar-se deve abrir-se livre e totalmente para Deus que, em seu amor, não se contenta apenas em dar-lhe o ser, mas deseja unir-se a ele e transformá-lo em si.
Você tem direito de agarrar-se a um sonho para que ele o empurre para a frente, mas, nunca para que o afaste da realidade.
