Coleção pessoal de pensador
Numa sociedade em que o poder é tão abstrato que não pode mais ser apreendido, em que a pior ameaça que as pessoas sentem é a solidão e não a alienação, a conformidade com a norma torna-se o prazer de pertencer, e a aceitação da impotência se enraíza no conforto da repetição.
Se você foi amado, se deu aos outros felicidade ou esperança, inevitavelmente haverá alguém, no dia de sua morte, para fechar seus olhos. Alguém para reunir seus amigos, organizar uma vigília e se cercar de suas melhores lembranças.
Para compreender o presente, devemos aprender a olhá-lo de esguelha. (...) Devemos aprender a olhar o presente à distância, como se o víssemos através de uma luneta invertida. No final, a atualidade surgirá de novo, porém num contexto diferente, inesperado.
Às vezes é preciso se subtrair ao rumor, o rumor incessante das notícias que nos chegam de toda parte.
Assim como a língua, a cultura oferece ao indivíduo um horizonte de possibilidades latentes – uma jaula flexível e invisível dentro da qual se exercita a liberdade condicionada de cada um.
Nenhuma afirmação histórica pode ser considerada definitiva: toda afirmação é verdadeira até que se prove o contrário.
Se ame, se curta, se queira
O que ficou no passado, esqueça
O amor é coisa séria
Não dá palco para quem não merece estar nem na plateia
Aprendeu a se amar em primeiro lugar
Não é pra qualquer beijo que ela abre a porta
Prefere ficar só do que brincar de amar
Ou ama de verdade ou dá meia-volta
O mundo não se preparou pra gente
Só sabe o que é esse amor quem sente
E quem tem do lado alguém
Com o sorriso que para uma guerra
Nunca deixarei esta família. Porque o meu melhor futuro, no fim das contas, sempre esteve bem na minha frente.
