Coleção pessoal de pensador

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Eu achava que nós devíamos estar bagunçados juntos.

⁠Quando ela estava em seu reino, aos seus cuidados... Você mostrou a ela o melhor que você poderia ser?

⁠Sempre achei que se apaixonar seria algo que aconteceria lentamente, com o tempo... Não de uma vez.

⁠Ser otimista não torna você ingênuo. Você vê as coisas não pelo que elas são, mas pelo que poderiam ser.

Minha mãe fala que os bancos são administrados por charlatães gananciosos.

⁠E, no entanto, o mundo ainda gira, indiferente. Eu ainda faço vestidos. Todos nós estamos aqui e bebemos champanhe.

⁠Eu sou as estrelas suaves que brilham à noite. Não fique perto do meu túmulo, chorando. Eu não estou lá, eu não morri.

⁠Todos estão muito ocupados protegendo seus próprios corações para fazer o que é melhor para eles. Às vezes acho que todos vocês precisam voltar setenta anos no tempo e ver como éramos antes, quando não tínhamos outra maneira de nos comunicarmos além de falar uns com os outros. Uma época em que a coragem era guardada para coisas que importavam...

⁠Ele sempre dizia que não era amor se você não estivesse disposto a largar tudo pelo outro. Caso contrário, era apenas uma chama, que não valia sequer a vela em que foi acesa.

⁠A perspectiva da morte mudava tudo, fazia desaparecer todas as regras comuns de contenção e polidez, transformava belos momentos em preciosas lembranças, fazia com que o futuro, antes considerado garantido, parecesse extraordinário.

Raros são aqueles que olham com os próprios olhos e sentem com a própria sensibilidade.

⁠Não pensa em problema
Problema é ralar o joelho
A vida é bem mais leve
Não corre atrás do tempo

⁠Veio de surpresa
Poxa vida
Nem deu tempo de deixar
Tudo nos trinques

⁠Eu habito agora em mim
Pra te fazer feliz

⁠Estão correndo para um lado
Sem saber onde chegar
Manipulados pelo abismo
Longe de se encontrar

Andam passos todo dia
Logo ao acordar
Num frenético labirinto
Voltando pro mesmo lugar

⁠Dançavam este som bonito
Alegres apontando o sol
Brilhavam cintilantes de amor

De repente a lua vem
Iluminando o espaço sombrio
Limpando a lágrima que caiu

⁠Logo que eu souber qual o tamanho do estrago te aviso
Não pretendo mais ser teu abrigo
A princípio não pensei direito sobre o perigo
De me envolver de novo

Então me lancei na água turva de desejo do teu corpo
Mesmo conhecendo o teu jeito torto
Tive que provar mais uma vez o gosto
Do desgosto

⁠Uma nova verdade
À espera por ser escrita
Pela tinta da caneta
Da parte que já foi vencida

⁠Vivi a longa espera
Passei por tantas estações
Cercado por velhas ideias
Em novas dimensões

⁠O que há dentro de nós sai
Pela nossa voz, então
Corre, luta, perde por esperar
Chora, ama, busca nosso lugar