Coleção pessoal de pensador
Dizem que, quando alguém morre tragicamente, seu espírito permanece algum tempo no lugar onde morreu. E às vezes, por alguns segundos, os vivos podem sentir os mortos que um dia amaram.
Posso ter distorcido a verdade, mas às vezes temos que fazer esse tipo de coisa pra ajudar um amigo.
Eu tô tentando entender onde eu me encaixo nisso tudo. Tenho quase certeza de que eu não tô no topo da pirâmide, mas pelo menos não tô lá embaixo.
No Fundamental I era simples: quem corria mais rápido era o mais popular. Mas agora, todas as regras mudaram. Agora tudo é sobre se você tem um cabelo legal ou não e quantos seguidores você tem nas redes sociais.
Se a minha mãe acha que eu vou escrever sobre as coisas que eu sinto, ela vai ficar decepcionada. Só concordei em escrever nisso porque um dia eu vou ser rico e famoso. E vão querer ler sobre os meus primeiros anos, então faço isso por eles.
Não demorei a descobrir que aquele homem não era um príncipe, estava mais para um sapo da pior espécie.
O pesadelo todo demorou poucos minutos, mas na cabeça dela, pareceu uma tortura sem fim, um sofrimento lento, profundo, uma raiva que parecia não ir embora.
Permanecemos em silêncio tentando guardar na memória os últimos momentos no paraíso do qual estávamos nos despedindo para sempre.
Ainda na primeira história tive a certeza que não iria parar. Não estava em busca do tempo perdido, mas sim atrás dos sentimentos que me fazem processar um tanto que aprendi da história e da vida.
