Coleção pessoal de pensador
Você tem dois caminhos a seguir: ser mais ou menos, ou ser o melhor. Dos dois jeitos, você paga um preço. Às vezes, o cara se sente feliz sendo mais ou menos. É aquele que fica deitado na rede, vivendo a paz e o amor, e qual o problema? Nenhum. Mas ele nunca vai ser o melhor.
Convivi muito em equipe, e aprendi que a gente precisa aceitar as pessoas como são, não importando se achamos que elas estão certas ou erradas. A única coisa que não dá para aceitar é falta de caráter. É como uma laranja podre que contamina o resto.
Existem várias maneiras de mostrar que é uma pessoa empoderada. Minha versão não é falar, e sim mostrar por meio de minhas atitudes.
O perdedor é aquele que sai da quadra e diz: “Eu podia ter feito mais”. Esse sentimento eu nunca tive. Sempre me entreguei ao máximo.
O basquete para mim era algo tão profissional que eu precisava ter um objetivo. Qual o motivo de eu entrar numa quadra para brincar? Se for para isso, eu escolho outra coisa.
Minha rival me ajudou a crescer. Ela contribuiu para meu sucesso, e quando você passa isso para as pessoas, elas começam a entender que seu adversário não é seu inimigo. Ele faz você crescer.
No momento em que estabelecemos metas e sonhos e criamos nossas próprias expectativas, somos capazes de surpreender.
Fico feliz e grata de saber que minha história de vida (pessoal e profissional) serve como ferramenta de inspiração e mobilização para a conquista de condições cada vez melhores, principalmente no esporte.
Tenha coragem para todos os dias acordar e enfrentar os constantes ‘nãos’ que você vai receber. Busque sabedoria para tirar o melhor proveito da palavra ‘não’ e saiba o quanto ela pode ser poderosa para seguir em frente, forte, determinada e focada na busca pelo seu objetivo.
É comum sentir a pressão pelo medo de errar. Mas o medo sempre me ajudou a criar mecanismos de defesa para aperfeiçoar minhas habilidades e reduzir minhas carências e inseguranças.
Uma sociedade moderna, próspera e equilibrada é justamente aquela que zela pelos valores de igualdade, diversidade e inclusão. Esse deveria ser o guia também para grandes empresas.
Eu tô muito agradecido a Deus por ter me dado esse dom, porque o futebol é uma paixão que eu tenho desde pequeno e eu vou levar isso pro resto da minha vida.
Sou um ser humano que não tem sangue de barata, que respira fundo na maioria das vezes, que não aceita injustiça.
Eu jogo futebol, amo fazer aquilo. Então, a todo momento que vou fazer aquilo, tenho que estar bem preparado.
Minha cabeça é muito forte, trabalhei muito para ser assim. É uma coisa boa que tenho, não só o futebol, mas a cabeça bem centrada.
Eu, de verdade, sou muito forte. Não só fisicamente, mas de cabeça. Há muita pressão por ser quem eu sou, por jogar onde jogo, por ser brasileiro.
