Coleção pessoal de pensador
Não é que eu não acredite. Eu só quero ver. Quem sabe se depois de 28 dias eu não passe a acreditar?
Desde o início da minha jornada na paranormalidade, para mim é uma vocação poder ajudar não só os mortos, como também os espíritos terrestres, para que tenham paz e possam fazer a passagem.
Uma sensitiva abrange uma ampla gama de coisas. Não é só "eu vejo gente morta" ou "posso ler seu futuro".
Não desejaria eu outra coisa senão que o teatro fosse tão estreito quanto a maroma de um funâmbulo, para que nenhum inepto ousasse nela subir, ao contrário do que ocorre agora, quando qualquer um se sente apto o bastante para se exibir em público.
As pessoas tendem, de certa, a querer perdoar e esquecer para que possam se curar. E o esquecimento é disfarçado como uma forma de remediar a cura, esquecendo.
As vítimas tendem a ser mais clementes, de certa forma, porque tiveram essa experiência e não querem que outros a vivenciem.
