Coleção pessoal de pensador
Como sempre acontece com os muros, chega um dia que a sua existência perde o sentido, porque faz parte da natureza humana sempre querer ver o que há do outro lado.
O tempo e o esforço rumo ao topo da carreira executiva são medidos em anos, não em dias. Assim, conforme o processo de subida fica diluído, muita gente perde o foco na necessidade de se manter evoluindo.
Limites e metas – estranhamente esses dois conceitos são mais íntimos das pessoas na nossa sociedade do que liberdade e propósito, que deveriam ser o motor para realizarmos mais e melhor.
Montanhas não podem ser vencidas à força. É preciso conquistá-las com inteligência, paciência e capacidade para escolher o momento certo de parar ou seguir em frente. Estratégia, preparo e timing são as chaves para uma escalada. Com os negócios é a mesma coisa.
A evolução constante é o que me faz feliz. Subir a montanha é, para mim, tão realizador quanto atingir ao topo.
O conhecimento compartilhado é a melhor maneira de multiplicar a inspiração e fazer as equipes produzirem mais e melhor.
Sempre que estamos diante de uma situação em que existe o risco de sermos expostos à crítica pelos nossos erros, temos o ímpeto de mentir ou de omitir. O problema é que a mentira ou a omissão nos rouba a consciência e adultera nosso caráter. A mentira ou a omissão nos impedem de reconhecer nossos erros; logo, nos impedem de nos arrependermos e pedirmos perdão a fim de mudarmos nossos comportamentos e nosso caráter.
Tudo o que não é verdade é mentira. Simples assim! Não existe uma escala de variações levando da verdade para a mentira. Não existe meia verdade ou meia mentira. O que não é verdade é mentira.
Não existe transformação sem consciência. Não existe crescimento sem consciência. Não existe vida abundante sem consciência de tudo o que está disfuncional em nossas vidas e quais são nossos erros em cada área para que possamos mudar nossos comportamentos é acessar as promessas de Deus para nós.
A verdade é que, quando nos mantemos no estado de consciência da vida que temos levado e das consequências das escolhas que fizemos até aqui, seguimos pela nossa existência de olhos vendados, repetindo os mesmos erros e destruindo tudo à nossa volta, a começar por nós mesmos e pelas pessoas que mais amamos.
Sem consciência, sem reconhecer tudo o que precisa ser transformado em nós, passamos a vida nos movimentando como um barco à deriva, sendo conduzidos um lado para o outro pelas ondas e pelos ventos fortes, sem chegar a lugar nenhum.
Bem-aventurados os que fazem o Carnaval, os que não fogem nem se recolhem, mas enfrentam as noites bárbaras e acesas, bem-aventurados os gladiadores e Césares e chiquitas e baianas, e que a vida depois lhes seja leve na volta do sonho em que se esbaldam!
Tenho um problema com esta esfuziante e libidinosa festa popular [Carnaval]. Não consigo me soltar. Todo mundo pula, brinca, se acaba, enquanto eu entro na minha fase mais introspectiva.
Tenho o maior respeito por quem gosta de Carnaval, mas, para mim, é como Copa do Mundo: só participo uma vez a cada 4 anos.
O Carnaval é a expressão da nossa alegria. O ruído, o barulho, o tantã espancam a tristeza que há nas nossas almas, atordoam-nos e nos enchem de prazer.
