Coleção pessoal de pensador
O nosso Deus é comunhão de amor: assim Jesus nos revelou. E sabem como podemos fazer para recordá-lo? Com o gesto mais simples que aprendemos desde crianças: o sinal da cruz.
Jesus é a mão do Pai que nunca nos abandona; a mão forte e fiel do Pai, que quer sempre e somente o nosso bem.
Jesus encontrou a humanidade ferida, acariciou os rostos macerados pelo sofrimento, curou os corações dilacerados, libertou-nos das correntes que nos agrilhoam a alma. Revela-nos assim qual é o culto mais agradável a Deus: cuidar do próximo.
Memórias felizes seriam o suficiente, mesmo que jamais as vivenciasse outra vez? Eu esperava que sim.
Amar alguém é sempre correr o risco de ter o coração partido. Mas os momentos na companhia um do outro compensam qualquer dificuldade.
Sua vida era afável. Cheia de amor. Cheia de felicidade e riso. Então ela a estilhaçou. E não tinha como recuperá-la.
Eu te amo. Mas acabou. Tem que acabar, e nós dois sabemos isso. Fingir que não só vai piorar as coisas quando eu for embora.
Naquele momento, ele soube que não havia por que discutir: ela nunca cederia. Era o que ele amava nela. E o que odiava.
Embora a dor fosse uma velha amiga, e o desconforto, quase um estilo de vida, ficar confinado às imagens que sua própria mente evocava era o pior tipo de tortura.
Eu estive protegendo isso porque você disse que essa coisa é mais importante para você do que sua própria vida.
(Zenitsu Agatsuma)
Agora sei por que estou aqui. Pra não cometer esses erros de novo. Nem deixar as coisas desandarem de novo.
