Coleção pessoal de pensador
A valentia que se não baseia na prudência chama-se temeridade, e as façanhas do temerário mais se atribuem à boa fortuna que ao seu ânimo.
Se pudéssemos mudar a nós mesmos, as tendências do mundo também mudariam. À medida que um homem muda sua própria natureza, também a atitude do mundo em direção a ele muda. Este é o mistério divino supremo. É uma coisa maravilhosa e a fonte da felicidade. Não precisamos esperar para ver o que os outros fazem.
O primeiro do III fará pior do que Nero.
Ele será também valente para derramar o sangue humano.
Ele fará construir fornos.
A prosperidade terá fim e esse novo chefe será a causa de grandes escândalos.
Ele entrará cruel, desagradável, infame
Tiranizando a Mesopotâmia
Todos os amigos feitos pela dama adúltera,
A terra horrível de aspecto negro.
Quando o peixe que é tanto terrestre como aquático
For levado por forte onda à praia,
Com sua forma estranha, lisa e terrível,
Do mar o inimigo logo alcança as paredes.
Pouco depois, um intervalo não muito longo,
Grande tempestade se erguerá, por terra e mar...
Chamas, animais, causando mais tumulto.
Aliança feita do céu...
É expedido um aparte
Estiagem... o céu e a terra secam
Prisão, destruição, morte, chegam em má hora.
À latitude de 48º do final de Câncer,
Haverá uma seca devastadora.
Peixes no mar, rios e lagos boiarão,
Devido ao fogo no céu.
Porque o mar se aquecerá tal como o sol,
Os peixes do Mar Negro ficarão meio cozidos.
Quando em Rodes e em Génova falta alimentos.
Posso estar enganado – e sempre haverá quem aponte uma exceção ao que vou dizer -, mas a primeira grande pergunta que uma pessoa deve fazer a si mesma em relação à sua vida profissional é: “Qual é a minha vocação?”. Quando alguém que nasceu com vocação para ser empregado resolve ser empreendedor, dificilmente dá certo. E quando um empreendedor nato resolve trabalhar em uma empresa, também não se dá bem. Em minha carreira, eu convivi com muitos funcionários assim, que tinham aquele espírito empreendedor à flor da pele. Uma das características desses profissionais é que eles conseguem arrumar encrenca em tempo recorde. Na primeira semana de trabalho, já estão reclamando que a Área Financeira é lenta, que RH não funciona, que em Marketing todo o mundo é poeta. “Horário”, então, é um conceito que eles abominam. Quando eles têm uma idéia e alguém lhes diz que é preciso preencher um formulário de três vias, eles reagem como se tivessem sido ofendidos. E não fazem isso porque são contra o mundo; fazem isso porque o biorritmo natural do empreendedor é diferente do ritmo do empregado.
Nada além de trabalho
Para você, uma carreira de sucesso é um meio ou um fim? Esta resposta pode definir o seu futuro. E descobrir se atualmente você se importa mais com o trabalho ou com a sua vida pessoal.
O início da vida profissional costuma ser marcado pelo entusiasmo. É quando a pessoa demonstra plena dedicação ao trabalho. Mostrar serviço para crescer na carreira, conquistar promoções e merecer aumentos salariais. É aí que entra a questão: a carreira de sucesso é um meio ou um fim?
Se for um fim, não importa o quanto a pessoa trabalhe ou ganhe. Sempre vai querer trabalhar mais e ganhar mais. O foco estará no que ainda não foi conquistado. A pessoa que hoje trabalha 12 horas, daqui a 20 anos vai estar trabalhando 15, achando que isso é normal.
Já se a carreira de sucesso for vista como um meio, a perspetiva é diferente. A pessoa dá valor ao que já foi alcançado. E faz as contas do que poderá alcançar, mas com planos concretos para diminuir as horas trabalhadas ao invés de aumentá-las.
É possível que quem vê a carreira como um fim tenha mais chances de acumular dinheiro. Mas não irá aproveitá-lo, porque os compromissos profissionais sempre terão prioridade. Quem vê a carreira como um meio se contentará com menos, mas terá mais tempo para desfrutar a vida com equilíbrio, sem grandes exageros.
Dá para ter uma carreira de sucesso e qualidade de vida? Sim. Mas não ao mesmo tempo. O início é de muita “ralação” para acumular o suficiente. Quando esse momento chegar, surge a crucial decisão entre o fim e o meio. Para pessoas cujo trabalho é um fim, o futuro será de mais trabalho. Já para quem vê o trabalho como um meio, a qualidade de vida passará a ser uma possibilidade bem mais realista.
O que o chefe tem...
... que o subordinado não tem? Algumas pessoas acham que tempo de casa é o principal fator para um profissional ser promovido a chefe. Outros acreditam que os resultados, e não a idade, é que devem determinar a promoção. Mas o bom chefe tem (ou deveria ter) mais do que isso.
Tempo de casa e resultados são dois fatores importantes, sem dúvida. O tempo de casa porque o profissional já conhece bem a cultura da empresa e, portanto, sabe o que a empresa espera de um bom chefe. E resultados também são fundamentais. Quem já demonstrou que sabe como obter resultados estaria apto a liderar outros para que também o consigam. Porém, há duas características que o diferenciam dos subordinados. São elas:
1. A capacidade de liderar. Bons chefes sabem mandar. Ótimos chefes sabem convencer e estimular. Antes mesmo de ser promovido, o líder já era consultado pelos colegas. E suas opiniões sempre eram ouvidas e acatadas. Essa “liderança sem cargo” nunca é contestada quando o cargo é dado a alguém em quem todos já confiavam.
2. O entendimento do ponto de vista da empresa. Chefes são pagos para cumprir as normas e os objetivos determinados pela empresa. Mesmo que, eventualmente, o chefe não concorde com alguns desses objetivos, mesmo assim ele é capaz de fazer com que os seus subordinados os cumpram. Chefe não é alguém que briga com a empresa. É alguém que briga pela empresa.
Se você tem tempo de casa e consegue bons resultados, já está com meio caminho andado para ser chefe. Só falta, agora, mostrar a seus superiores que você é aquele líder natural em quem os subordinados poderão confiar, e a empresa também.
Muita gente acha que política é uma coisa e cidadania é outra, como garfo e faca, e não é. Política e cidadania significam a mesma coisa.
Há uma frase de que gosto muito e que, para mim, é a expressão da presença política: “Os ausentes nunca têm razão”. Embora pudessem estar com alguma razão, eles a perdem pelo fato de se ausentarem.
Também a omissão política, ou seja, a recusa em participar da vida pública em qualquer instância, é uma decisão política. Vale tanto para um condomínio quanto para a inserção nos rumos da cidade, do estado, da nação e do planeta.
As famílias confundem escolarização com educação. É preciso lembrar que a escolarização é apenas uma parte da educação. Educar é tarefa da família.
O adolescente infrator será sempre resultado de uma sociedade que descuida das suas crianças e jovens. É preciso terminar esse ciclo de vitimação: a sociedade abandona, cria uma vítima que é a criança, e essa mesma criança cria outras vítimas quando começa a furtar, roubar, violentar, assassinar.
