Coleção pessoal de pensador
Nosso grande presidente afro-americano não teve exatamente um grande impacto nos bandidos que estão felizes destruindo a cidade.
Se as pessoas que foram mortas em Paris tivessem armas, pelo menos eles teriam uma chance de lutar. Não é interessante que esta tragédia tenha ocorrido em um país com uma das leis de armas mais duras do mundo? Lembrem-se: onde ter armas é um delito, só os delinquentes as possuem.
Se vivermos o suficiente, chegamos à conclusão de que o que acontece nas nossas vidas está fora do nosso controlo, mas a forma como lhe respondemos está dentro do nosso controlo.
Quer queiramos quer não as mulheres são sempre criticadas se mostram muitos os seus sentimentos em público.
Não pode haver democracia verdadeira a não ser que as vozes das mulheres sejam ouvidas. A não ser que às mulheres sejam dadas oportunidades de ter responsabilidade nas suas vidas.
Já é tempo de as mulheres tomarem o seu lugar por direito, ao lado dos homens, nas salas onde os destinos das pessoas, os dos seus filhos e netos, são decididos.
A vida é muito curta, o tempo é demasiado precioso e o risco é demasiado elevado para ficarmos a pensar no que poderíamos ter sido. Temos de trabalhar juntos para o que ainda podemos ser.
A minha maior inspiração foi a minha mãe. Ela ensinou-me a nunca recuar perante um agressor. Isso foi um bom conselho.
Que esperança o mercado global pode dar aos 100 milhões de crianças de rua, sem lares ou famílias, que vi em tantos lugares, desde o Brasil até a Mongólia?
O que temos que fazer é encontrar uma maneira de celebrar a nossa diversidade e debater nossas diferenças sem fraturar as nossas comunidades.
O voto é o direito mais precioso de cada cidadão, e temos a obrigação moral de garantir a integridade do nosso processo de votação.
Não vamos deixar um vácuo de ensino ser preenchido por extremistas religiosos que entram nas famílias que não têm outra opção e oferecem refeições, alojamento e alguma forma de educação. Se nós estamos combatendo o extremismo, então temos de educar as crianças mesmo.
Em demasiados casos, a marcha para a globalização também significou a marginalização das mulheres e meninas. E isso deve mudar.
