Coleção pessoal de pensador
Todos nós nos perdemos, de vez em quando. Às vezes por opção, outras vezes devido a forças que estão além do nosso controle. Quando aprendemos o que a nossa alma precisa aprender, o caminho aparece. Às vezes, vemos o caminho mas continuamos vagueando para mais longe de nós mesmos; o medo, a raiva ou a tristeza nos impedem de voltar. Às vezes, preferimos estar perdidos e vagueando, às vezes é mais fácil. Às vezes encontramos o nosso próprio caminho. Mas, independentemente de tudo, sempre somos encontrados por ele.
O destino nunca é justo. Você fica preso em uma corrente muito mais forte do que você. Se lutar contra ela, afogará não só a si mesmo, mas também aqueles que vão tentar te salvar. Se navegar com ele, você vai sobreviver.
O maior perigo de todos, o de nos perdermos de nós mesmos, pode ocorrer muito calmamente no mundo, como se não fosse nada. Nenhuma outra perda pode ocorrer tão silenciosamente; qualquer outra perda - um braço, uma perna, cinco dólares, uma esposa, etc - seria certamente notada.
Talvez essa coisa de destino não exista. Talvez sejam apenas as oportunidades que nos são dadas, e o que fazemos com elas. Estou começando a pensar que talvez os grandes romances épicos não aconteçam por acaso. Temos que ser nós a fazê-los.
Agradecer a Deus depois que Ele responde a uma oração é GRATIDÃO.
Agradecer a Ele antecipadamente é FÉ.
O sentido do fluir do rio não é que todas as coisas mudam para que não as encontremos duas vezes, mas que algumas coisas permanecem as mesmas apenas por mudar.
Como você vive a sua vida é da sua conta. Só se lembre: nossos corações e nossos corpos nos são dados uma única vez.
Temos medo de que nunca escaparmos do nosso passado. Temos medo do que o futuro trará. Temos medo de não sermos amados, de não gostarem de nós. E de não termos sucesso.
Lady Bird sempre diz que vive no lado errado das linhas do trem. Sempre pensei que fosse uma metáfora, mas as linhas do trem são reais.
