Coleção pessoal de pensador
Não quero ser precipitado
Muito menos te assustar
Mas é nesse teu sorriso
Que o meu beijo quer morar
Me fala qual é o seu perfume
Que ainda hoje eu vou comprar
Tô sentindo minha vida tão sem cheiro
E eu já sei qual quero dar
Então diz por que
Tá me ligando com essa voz de raiva
Se entre nós não existe mais nada?
Foi esse fim que você escolheu
– Sou só o amigo da vizinhança, o Homem-Aranha.
– Sem essa, cara. Você já esteve no espaço.
(Diálogo entre Peter Parker e Nick Fury)
– O estalar dos dedos abriu um buraco na nossa dimensão.
– Tá dizendo que existe um multiverso?
(Diálogo entre Peter Parker e Nick Fury)
– Você mandou o Nick Fury pra caixa de mensagem?
– Tenho que ir.
– Você não pode dar toco no Nick Fury!
(Diálogo entre Peter Parker e Happy Hogan)
– Nick Fury tá te ligando.
– Não quero falar com ele.
– Atende o telefone.
– Por quê?
– Senão eu vou ter que falar com ele, e eu não quero.
(Diálogo entre Peter Parker e Happy Hogan)
– Vai ser o próximo Homem de Ferro agora?
– Não tenho tempo. Tô ocupado fazendo o trabalho de vocês.
(Diálogo entre Homem-Aranha e alguns policiais)
O Tony não teria feito o que fez se não soubesse que você estaria aqui quando ele se fosse.
(Happy Hogan)
Não sou um grande fã do conceito de “paixão” quando se trata de carreira. Em vez de tentar responder à assustadora pergunta “Qual é a sua paixão?”, é melhor simplesmente observar o que você faz no seu tempo livre quando ninguém está olhando.
Em termos econômicos, sempre pensamos no trabalho como uma desutilidade, como algo que se faz para conseguir outra coisa. Agora ele é cada vez mais uma utilidade, algo valioso e digno por si só.
Os seres humanos têm um desejo inato de serem autônomos, independentes e conectados uns aos outros. Quando esse desejo é liberado, conseguem realizar muita coisa e viver de maneira mais feliz.
Para os artistas, cientistas, inventores, estudantes e o resto de nós, a motivação intrínseca é a unidade para realizar as coisas, porque é interessante, desafiador e essencial para os altos níveis da criatividade.
O hemisfério do cérebro que mais importa não é o racional e analítico, estimulado na escola de negócio, mas sim o lado emocional e sintético, que grita “ação”.
