Coleção pessoal de pensador
A história de todas as espécies consiste em uma longa cadeia de atrocidades que cometemos uns contra os outros.
Amo história. Mas a história está em todo lugar. Cada edifício, cada pessoa com quem você fala. A história não se limita ao que há nas bibliotecas e nos museus. Acho que as pessoas que passam a vida estudando às vezes se esquecem disso.
A vida é assustadora. Ninguém tem um livro de regras. Ninguém sabe o que a gente está fazendo aqui, então a maneira mais fácil de encarar a realidade e não surtar é acreditar que tem controle sobre ela.
A ideia de um estoque compartilhado de genes que flutuam através da galáxia é muito mais fácil de aceitar do que a noção assustadora de que talvez nenhum de nós tenha a capacidade intelectual de entender como a vida de fato funciona.
Para alguns humanos, a promessa de um pedaço de terra valia qualquer esforço. Era um comportamento estranhamente previsível. A longa história da humanidade era muito rica em momentos em que humanos se enfiavam em lugares onde não tinham o direito de estar.
Aprendi que na Nova Zelândia a gente conserta o que não está funcionando e dá valor ao que vale a pena salvar.
– Descobri que gosto de consertar coisas quebradas. Das construções que os outros desistiram. É um trabalho duro, mas… me faz sentir menos...
– Menos quebrado?
– Sim. Algo assim.
Minha arte é como um jardim, onde qualquer pessoa pode passar e pegar uma flor, pode dar para alguém, pode receber de alguém. Por enquanto é assim que tem sido, o jardim está crescendo, e ficando cada vez mais perfumado.
Deixe-me dizer algo, cara. Depois de perder meu namorado e meu emprego em uma semana, eu viajei pelo mundo para descobrir que sou dona de algo que vai me falir.
Quando criança, imaginei a casa dos meus sonhos. Uma mansão fantasiosa com um toboágua e uma sorveteria caseira. Mas esses sonhos desaparecem quando você está correndo na roda corporativa de hamsters. Estou pronta para um lugar onde eu possa dar as ordens. Como diz o ditado: “Pule, e a rede aparecerá.” Bem, estou pulando.
A intolerância é inclinada a censurar, e a censura promove a ignorância dos argumentos dos outros e, portanto, a própria intolerância: um círculo rígido e cruel que é difícil de quebrar.
