Coleção pessoal de pensador
A estrada do compromisso de fé é pavimentada com a renúncia pessoal e com o negar-se a si mesmo. Deixamos de ser o centro da vida; Deus é a nova referência.
O grande problema que faz com que rejeitemos o presente da identidade é que nós nos definimos de acordo com o que fazemos, não com o que somos.
Todas as pessoas ao seu redor também estão lutando para crescer, romper e ser melhores a cada dia, mas eis o mais importante: absolutamente nada pode abalar quem somos. Nossa identidade é imutável!
Quando aprendemos a ouvir a voz do nosso Criador, todas as outras vozes ao nosso redor tornam-se apenas coadjuvantes. Não deixe que o barulho de outras vozes atrapalhe você de ouvir a voz do Pai.
No processo entre tentar agradar a todas as pessoas que conhecemos e atender às nossas próprias necessidades, nós nos perdemos de nós mesmas e da vontade de Deus. Investimos todas as energias que temos e, no final do dia, após falharmos (porque é humanamente impossível atender a essas expectativas irreais), nós nos sentimos culpadas, frustradas e infelizes.
O processo de autoconhecimento é longo e duro. Mas é nessa jornada completamente transformadora que você deve se lançar se deseja ter uma vida de plenitude.
Temos que compreender que somos maravilhosas porque Deus nos fez assim! O Criador do mundo simplesmente não consegue fazer nada “mais ou menos”. (...) Ele não descansou até criar uma obra absolutamente memorável, admirável e encantadora.
Quando estamos nessa condição de olharmos para nós mesmas apenas como imperfeitas, só conseguimos olhar para o que está errado em nós, e não olhamos para o que está certo em Jesus, ele que é perfeito.
O legalismo ofende a justiça de Deus porque julga os irmãos segundo um código moral humano e não em termos de uma comunhão com Cristo.
Muitos homens religiosos gastam duas vezes mais esforço para chegar ao inferno do que seria necessário para alcançar o Céu.
Se o esforço humano tivesse conseguido uma só vez produzir santidade, então Jesus Cristo teria morrido em vão.
A gente tem problemas, mas não sabe que a Bíblia tem a solução. A questão é que não basta ler, mas seguir.
O que houve com ele depois… como e por que… Nem consigo começar a entender. Parei de tentar achar um sentido há muito tempo. Mas o que sei é que, uma vez ao ano, consigo ver meu amigo.
Inacreditável. Nunca vi um carteiro mais triste por partir do que no dia em que chegou. Bem, melhor deixar pra lá, eu diria. Com certeza não é nada que agravaria e se tornaria uma fonte de arrependimento.
Mas aí… você apareceu. Entregando os brinquedos, vendo a alegria que traziam às crianças. Achei que nunca voltaria a sentir isso. E tenho que agradecê-lo por isso, meu amigo.
