Coleção pessoal de pensador
Meditação é o novo dispositivo móvel; pode ser usado em qualquer lugar, a qualquer hora, discretamente.
Devemos tentar pensar além das nossas casas, além do fogo queimando na lareira, além de mandar nossos filhos para a escola ou de começar a trabalhar pela manhã. Devemos tentar pensar em como podemos ajudar este mundo. Se não ajudarmos, ninguém irá fazê-lo.
A essência do guerreiro, ou a essência da bravura humana, está na recusa em desistir de alguém ou de alguma coisa.
A gente quer morar nessa realidade, em que podemos inventar uma história melhor, em que pessoas adotam capivaras do nada.
Na verdade, Clarissa não queria entender as pessoas. Na verdade, as pessoas agiam de jeitos estranhos, para não dizer errados. Na verdade, as pessoas deviam exigir mais de si mesmas, Clarissa via tanto potencial nelas. Por que não tentavam ser o melhor possível do possível? Como se satisfaziam com o mediano, com o suficiente? O que encontravam no medíocre?
Mas talvez toda história seja um recorte que veio de outra história. Toda história é parte de uma história maior. A gente sempre chega no meio de uma história e sempre sai antes que acabe. Exceto da nossa história, acho eu.
Porque, apesar de não sermos os maiores amigos ou os piores inimigos, a gente é o que cada um de nós têm às seis da tarde de uma sexta-feira no interior.
Os adultos só tinham uma função: nos ensinar a ser bons. Mas eles são os idiotas mais egoístas do mundo!
Não somos nada, nem rejeitados, nem retardatários. Somos uma tribo, pois sobrevivemos pra ver um novo dia nascer.
As nossas análises são dirigidas por uma estrutura formal: a ideia do Infinito em nós. Para se ter a ideia do Infinito, é preciso existir como separado. Essa separação não pode produzir-se como fazendo eco apenas à transcendência do Infinito. Senão, a separação manter-se-ia numa correlação que restauraria a totalidade e tornaria ilusória a transcendência. Ora, a ideia do Infinito é a transcendência, o transbordamento de uma ideia adequada.
