Coleção pessoal de pensador
De alguma forma, nós resistimos e testemunhamos
uma nação que não está quebrada
mas simplesmente inacabada
Eu me sinto mal com a minha batalha, porque não é nada em comparação com as batalhas de outras pessoas e ainda assim dói.
Temo que os outros descubram que não sou apenas imperfeita; eu simplesmente não estou bem. Eu temo que eu realmente não esteja bem. Mas a maioria das pessoas que me conhece nunca saberia que estou lutando. Por fora eu estou sorrindo.
Este é o segredo: quando eu me encontro na página, fico chocada com o quão corajosa pareço. Na página eu sou forte, porque é aí que coloco a minha força.
A questão para alguém que foi criado em um círculo fechado e depois o abandoma é: o que somos nós, o que são eles e como você passa de uma coisa para a outra?
Parte do que você precisa descobrir nesta vida é: "Quem eu seria se não tivesse ficado com medo? O que me machucou e quem eu seria se isso não tivesse acontecido?".
Percebi que a morte não é a parte da vida que mais devemos temer. É o medo de não corresponder ao nosso verdadeiro potencial.
O luto se parece muito com o medo. Tememos que ele nos controle. Mas devemos isso a nós mesmos, àqueles que perdemos, deixar a dor entrar. Só então podemos começar a nos lembrar deles com alegria em nosso coração, uma alegria por eles e por tudo o que eles foram.
E não é o amor entre duas pessoas melhor do que o ódio, neste mundo de violência e sofrimento? Parecia que havia uma bondade frágil em seu amor que sobreviveu a esta guerra venenosa.
A música nos tira de nós mesmos, de nossas preocupações e tragédias, nos ajuda a ver um mundo diferente, uma imagem maior.
Eu posso consigo escutar que está chegando. Cura. Os trilhos do trem que conduzem ao meu coração são aquecidos por ela. Posso colocar minha mão lá e sentir o seu calor.
O que ninguém lhe diz sobre o luto é que você não quer descobrir uma maneira de viver com ele - você quer que a parte de você que dói morra, em vez disso.
