Coleção pessoal de Nexamos

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Conviver com a saudade é aprender a honrar o passado sem se aprisionar nele.

Há pessoas que viram lembrança, mas nunca deixam de ser parte da história.

A saudade não é fraqueza, é sensibilidade que não se perdeu.

Nem tudo que faz falta precisa voltar; algumas coisas só precisaram existir uma vez.

A saudade é um afeto que aprende a caminhar sozinho quando a presença já não pode acompanhar.

A saudade não pede retorno, pede espaço para existir.

A ausência também ensina, mesmo quando machuca.

Às vezes, sentir saudade é a única maneira de manter alguém presente sem invadir o tempo.

A saudade amadurece a gente, porque ensina a valorizar o que não pode mais ser tocado.

A saudade aparece quando o coração revisita momentos que a vida não permite repetir.

Nem toda despedida foi planejada, mas toda saudade carrega significado.

A distância não apaga o que foi sentido, apenas muda a forma como lembramos.

A saudade é a prova de que houve conexão, mesmo quando o destino escolheu caminhos diferentes.

Há silêncios que só existem porque antes havia conversa, riso e companhia.

Algumas pessoas não ficam na vida, mas permanecem na memória como lugares seguros.

A saudade não quer presença imediata; ela quer reconhecimento do que foi vivido.

A ausência dói menos quando aceitamos que nem tudo que parte deixa de existir dentro da gente.

A saudade não grita, ela se instala nos pequenos detalhes do dia, onde a ausência aprende a conviver com a rotina.

Cuidar de si não é pausa da vida, é parte fundamental dela.

O tempo revela quem soma e quem apenas ocupa espaço.