Coleção pessoal de MiriamLeal
“Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará.” (Salmo 37:5)
“Tudo o que sou coloco em Teu altar,
meus sonhos, dores e esperanças.
Pois sei que o Teu querer é perfeito,
e em Ti minha vida descansa.”
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (1 Tessalonicenses 5:18)
“Por cada dia, Senhor, Te agradeço,
pela vida, pela fé, pelo Teu amor.
Minha alma canta, mesmo em silêncio,
pois és meu Deus, meu eterno Senhor.”
Paulo lembra em 1 Coríntios 11:28:
“Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice.”
Esse exame não é para excluir, mas para incluir com consciência. A Ceia não é um clube fechado de perfeitos, mas um hospital para almas em restauração.
A mesa do Senhor é inclusiva: lugar de graça, convite, comunhão e esperança.
A Igreja reflete essa mesa, acolhendo e não afastando, curando e não ferindo, porque o pão é Cristo, e Cristo se deu por todos.
A mesa aponta para a eternidade.
Hoje partilhamos o pão e o cálice, mas é um ensaio do banquete eterno.
“Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro.” (Apocalipse 19:9)
A inclusão final será no céu: todos os remidos, de todas as nações, juntos diante do Cordeiro.
A mesa é comunhão, não separação.
Na ceia, diferentes discípulos se sentaram juntos (Pedro, João, Tomé, Judas).
“Pois todos nós participamos de um único pão.”
(1 Coríntios 10:17)
A mesa nos nivela: diante dela não há maior ou menor, mas filhos amados.
A mesa é convite, não barreira.
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” (Mateus 11:28)
Ninguém é excluído do convite — a graça se estende a todos.
A mesa é da graça, não do mérito.
Jesus não chamou perfeitos, mas homens comuns.
Ele mesmo disse:
“Não necessitam de médico os que estão sãos, mas sim os que estão enfermos.” (Mateus 9:12)
A mesa é um hospital espiritual, não um prêmio para impecáveis.
"Senhor, obrigado porque a Tua mesa é lugar de encontro, cura e reconciliação. Ensina-nos a viver o evangelho da inclusão e do amor, para que nunca afastemos quem Tu chamas para perto. Amém.”
A mesa é lugar de: Comunhão → todos somos um em Cristo.
Perdão → nos lembramos que fomos alcançados pela graça.
Esperança → ela aponta para o grande banquete no Céu, onde nenhuma lágrima, dor ou divisão existirá.
Exclusão é obra dos homens, mas inclusão é marca do Reino.
A mesa do Senhor é inclusiva e não exclusiva. Quando Jesus instituiu a Ceia, Ele não a restringiu a um grupo seleto, mas chamou todos os que cressem Nele. A mesa é o lugar onde pobres e ricos, fortes e fracos, santos em crescimento e pecadores arrependidos se assentam juntos.
Tu és o amor que não se envergonhou de mim. Obrigado por ter levado minha culpa e minha vergonha, e por ter me dado uma nova identidade em Ti. Que minha vida seja sempre testemunho da Tua glória. Amém.”
"Senhor Jesus, obrigado por ter suportado a vergonha que era minha, por ter trocado minha nudez pela Tua justiça, minha culpa pela Tua graça. Ensina-me a viver no poder desse amor que tudo suporta, e a nunca esquecer que fui honrado pelo Teu sacrifício.
O mundo viu maldição,
O Céu enxergou redenção.
Onde homens cuspiam desprezo,
O Pai derramava salvação.
A nudez d’Ele me vestiu de justiça,
Sua humilhação me deu dignidade,
Sua vergonha virou minha honra,
Sua cruz se tornou eternidade.
E hoje, quando penso na vergonha que Ele suportou,
Não encontro outra resposta,
Se não viver em gratidão,
E amar com o mesmo amor que tudo suportou.
Mas Jesus não recuou.
Desprezou a vergonha, encarou a dor,
Porque via além da multidão que ria,
Via o rosto de cada um que seria salvo por amor.
Despido, humilhado, zombado,
O Rei da Glória foi exposto ao desprezo,
A cruz não só feria o corpo,
Feriu também a honra, o respeito.
Amar, portanto, é seguir o exemplo d’Ele: não ter medo de se humilhar por amor, não ter receio de sofrer por quem se ama, e principalmente viver com a consciência de que não há mais condenação (Rm 8:1).
Todos nós já carregamos culpas, falhas e vergonhas do passado. Mas na cruz, Cristo tomou sobre Si essa vergonha para que pudéssemos andar livres, restaurados e honrados diante do Pai.
Cristo não fugiu da vergonha, mas a desprezou, porque o Seu amor olhava além: via você, eu, e todos os que seriam alcançados.
A maior revelação é que Ele transformou a vergonha em glória:
O que era sinal de maldição, tornou-se o sinal da nossa salvação.
O que era vergonha diante dos homens, é hoje a nossa esperança diante de Deus.
