Coleção pessoal de MiriamLeal

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A mesa é lugar de: Comunhão → todos somos um em Cristo.


Perdão → nos lembramos que fomos alcançados pela graça.


Esperança → ela aponta para o grande banquete no Céu, onde nenhuma lágrima, dor ou divisão existirá.


Exclusão é obra dos homens, mas inclusão é marca do Reino.

A mesa do Senhor é inclusiva e não exclusiva. Quando Jesus instituiu a Ceia, Ele não a restringiu a um grupo seleto, mas chamou todos os que cressem Nele. A mesa é o lugar onde pobres e ricos, fortes e fracos, santos em crescimento e pecadores arrependidos se assentam juntos.

Tu és o amor que não se envergonhou de mim. Obrigado por ter levado minha culpa e minha vergonha, e por ter me dado uma nova identidade em Ti. Que minha vida seja sempre testemunho da Tua glória. Amém.”

"Senhor Jesus, obrigado por ter suportado a vergonha que era minha, por ter trocado minha nudez pela Tua justiça, minha culpa pela Tua graça. Ensina-me a viver no poder desse amor que tudo suporta, e a nunca esquecer que fui honrado pelo Teu sacrifício.

O mundo viu maldição,
O Céu enxergou redenção.
Onde homens cuspiam desprezo,
O Pai derramava salvação.

A nudez d’Ele me vestiu de justiça,
Sua humilhação me deu dignidade,
Sua vergonha virou minha honra,
Sua cruz se tornou eternidade.


E hoje, quando penso na vergonha que Ele suportou,
Não encontro outra resposta,
Se não viver em gratidão,
E amar com o mesmo amor que tudo suportou.

Mas Jesus não recuou.
Desprezou a vergonha, encarou a dor,
Porque via além da multidão que ria,
Via o rosto de cada um que seria salvo por amor.

Despido, humilhado, zombado,
O Rei da Glória foi exposto ao desprezo,
A cruz não só feria o corpo,
Feriu também a honra, o respeito.

Amar, portanto, é seguir o exemplo d’Ele: não ter medo de se humilhar por amor, não ter receio de sofrer por quem se ama, e principalmente viver com a consciência de que não há mais condenação (Rm 8:1).

Todos nós já carregamos culpas, falhas e vergonhas do passado. Mas na cruz, Cristo tomou sobre Si essa vergonha para que pudéssemos andar livres, restaurados e honrados diante do Pai.

Cristo não fugiu da vergonha, mas a desprezou, porque o Seu amor olhava além: via você, eu, e todos os que seriam alcançados.
A maior revelação é que Ele transformou a vergonha em glória:
O que era sinal de maldição, tornou-se o sinal da nossa salvação.
O que era vergonha diante dos homens, é hoje a nossa esperança diante de Deus.

Ele trocou o resplendor da glória pela vergonha dos homens, o louvor dos anjos pelas zombarias da multidão.


Onde havia nudez, Ele nos revestiu de justiça. Onde havia exposição, Ele nos cobriu com graça. Onde havia maldição, Ele nos deu bênção.

O Filho de Deus, que habitava na glória eterna, se despiu (Fp 2:6-8) e assumiu não só a forma de servo, mas também a humilhação da cruz.

A cruz não foi apenas um instrumento de morte, mas o lugar de máxima humilhação. No mundo romano, morrer crucificado era ser colocado como um espetáculo de vergonha, despido, exposto, rejeitado e amaldiçoado diante da sociedade. A crucificação não buscava apenas tirar a vida, mas também destruir a honra da pessoa.

Se alguém disse que você perdeu,
Foi só porque não ouviu a voz do Rei.
Porque quem dá a última palavra é o Céu,
E o Céu disse: “Ainda não terminei.”

Meu coração ainda se emociona ao lembrar...
A subida, o medo, o alívio… e o Teu nome sussurrado com sorriso.
Tu vieste ao meu encontro, não com espadas ou trovões,
Mas com presença doce e firme.
E agora, depois de Te ver, não posso mais voltar a ser a mesma.

Então alma, não desespere,
Se um adeus doeu demais,
Pois quem crê no Cordeiro vivo,
Vai viver em paz, e muito mais.

A morte pode tentar encerrar histórias,
Mas o Autor da vida sempre escreve um novo capítulo.
Ela pode parecer um ponto final,
Mas para os que estão em Cristo, é apenas uma vírgula de passagem para a eternidade.
"Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá."
João 11:25
Não temas. Se tua esperança está no Cordeiro,
A morte não é derrota,
É porta de glória.

Existem pessoas que carregam tamanha luz, compaixão e propósito, que até a morte precisa esperar. São corações que curam com palavras, mãos que semeiam esperança, vidas que refletem o caráter de Cristo.


Pessoas assim não vivem para si, mas vivem para abençoar. São como árvores plantadas junto ao ribeiro, que dão fruto no tempo certo , e às vezes, até fora de tempo, porque são regadas pelo céu.

Mãos que curam sem fazer alarde,
Olhos que enxergam além da dor,
São vasos tão cheios de graça,
Que transbordam o amor do Senhor.


São cartas vivas do céu,
Testemunhas do cuidado divino,
E enquanto houver um suspiro nelas,
Ainda haverá milagre e destino.