Coleção pessoal de mateusschroeder7
Quem sou eu?
Eu sou uma tábula rasa. Pretendo levar o que for nela escrito, à um estágio além de uma folha de papel escrita.
poha! Eu sou o homem que não quer ser menos que o super homem, será?
Eu não gosto de viver a vida pela metade. Sou um cachorro louco, que não pode morder. E na verdade, talvez seja bom que eu não possa, para a maioria, não para mim. Eu sou um perigo, mas algo conveniente, algo agradável, e não saberia dizer se é proveitoso ficar comigo mesmo ou não.
Estou começando acreditar que o "sentido" da vida, se é que assim podemos dizer, não é, realmente, a felicidade. A felicidade é algo pequeno. Mas isso é uma questão de definição.
Se você fosse de ferro, durante a longa batalha, não iria cansar e criar calos de tanto segurar a espada. Isso é reservado àqueles que podem sofrer. É um presente.
Não deixe a vontade de saber a verdade fazer com que seja convicto com a primeira coisa que lhe aparecer. Isso se chama precipitação, e não iluminação.
Estava ele lá, de frente para a porta do universo. Mas ele não sabia como abri-la, como irá ele fazer para abrir essa porta? Será que ele gostaria de descobrir o que há do outro lado dela? Talvez não haja maneiras de descobrir o que o outro lado da porta nos guarda senão abrir-mo-as. Mas isso ainda não fará o nosso herói abrir essa porta, não vai...
Não é que eu não tenha medo, eu tenho. O que espero, também, é eventualmente destruí-lo. Este não é um medo com que se possa basear uma vida.
o clint é um gatão até hoje só que o pessoal não fala em tom de inspiração individual do cara mas uma crítica aos padrões atuais como se os guris de hoje fossem inferiores ou motivo de vergonha da nossa época.
pq se vestiam como mulheres?
desde quando se vestir de mulher e usar make deveria ser motivo de vergonha:?
Imaginação e intuição são instrumentos tão importantes na invenção matemática como o são para o pintor que concebe um quadro, para o escritor que planeja uma obra literária ou para o músico em sua composições.
Dada a ciência natural, onde as coisas são BEM mais definidas no que na realidade, já surgem várias interpretações da mesma palavra ou objeto, imagine nas coisas que dependem diretamente da comunicação do homem com o mundo, é realmente uma porcaria da linguagem, ao meu ver. Mas o homem "não escolheu" isso. Tomara que seja mutável.
