Coleção pessoal de lucianoaraujo1612_1118911

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Os tempos na cela findaram

Nunca vão poder roubar o seu brilho

A cada estação uma nova esperança

Muito respeito com você independente da estação em que está

Na estação sucesso haviam muitos amigos por todo lugar

Cheguei a estação recuperação e ninguém veio me buscar⁠

Cheguei primeiro


Saí por último


E ninguém me notou

Eu sou a chave e o carcereiro

Fui escravo mas era o chefe

Me despiram da sua presença


E ainda assim prosperei


Porquê você estava comigo

A vida me separou do que era meu

vestido de escravo eu sou livre

Tentaram roubar meus sonhos


Por isso me calei

Eles deviam me proteger


Mas me atacaram

Tudo o que eu queria eu tive


Mas nem tudo o que eu tive eu queria

O bom amante não vacila com os pés debaixo debaixo da mesa

Descostume


Esse meu descostume
De viver longe do seu perfume
Dos seus cabelos encaracolados
Desse seu jeitinho engraçado


Esse meu descostume
Está acabando comigo
Me fazendo viver isolado
Escondido do sorriso
Nas linhas de um rosto fechado


Sei que fui um cara distraído
Não percebi o amor do meu lado
E hoje fui surpreendido
Com a felicidade desacostumado


Esse meu descostume
De não provar do seu beijo suave
De lado a lado com você deitado
Naquela paz alegre interminável


Esse meu descostume
Me fisgou nas malhas do desejo
E contido nessa armadilha
Quem era água agora sente sede

Quem nunca ouviu falar "quando uma porta se fecha várias outras se abrem"


Pois é...quando se fecha a porta da consciência, se abre a da ignorância, a da intolerância, a da violência...etc


Vigiai... é a Lei

FRANKENSTEIN


Não é sobre o homem feito de pedaços

Sambaterapia


Voa na Bateria