Coleção pessoal de Liandi
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De que se queixa, pois, o homem? Queixe-se de seus próprios boletos.
Popularidade é apenas um traje de tecido duvidoso.
Popularidade é apenas um traje. Você é quem é despido.
O que caráter não é: talento, dom, capacidade, habilidade, genialidade, potencialidade, carisma etc. Não confunda o que se tem, com o que se é!
O talento transforma sobra em arte; a mediocridade tira o valor de tudo.
Tema nunca adentrar em seu inconsciente, mais do que qualquer outra coisa.
O grande impasse do relacionamento humano: não ser centro, nem ser quina.
A pior forma de eutanásia é aquela que permite a morte de sonhos enquanto se vive.
São apenas forças.
Lados opostos.
Dualidades.
Nessa guerra, continuo eu em mim.
Por vezes, eu por mim.
Sempre malogrando o fim.
"Bem-me-quer", "malmequer", mas quem me tem?
A reposta pronta não cria nada; o questionamento, sim.
Quanto mais descubro sobre o inconsciente humano, menos indivíduo me percebo e mais me acho na coletividade.
O conhecimento é a somatória de várias referências.
Sem analisar a história e os conceitos fundamentais, qualquer investigação carece de seu valor científico.
Valorar cada fase em sua vida é orgânico.
A frequente terceirização de responsabilidade é o primeiro atestado de falta de autoconhecimento.
Antes de se conhecer, o homem não se vê .
Você já conseguiu se perdoar pelas muitas feridas que se causou?
Ah, o inconsciente e sua autocracia!
Todo autoconhecimento que não passa pela inconsciência é pseudo.