Coleção pessoal de LEandRO_ALissON
A imaginação é mais importante que o conhecimento, porque o conhecimento é limitado, ao passo que a imaginação abrange o mundo inteiro.
Todos as pessoas aspiram a Deus e buscam a Deus, a despeito de serem religiosas ou não. Algumas se dizem ateístas, mas elas não sabem que seus corações buscam a Deus. Pois quando uma pessoa busca a justiça, o amor e a verdade, ela está, no fundo, buscando a Deus. Todos as pessoas aspiram ao amor imutável e à justiça que permanece sempre a mesma... A única diferença é que algumas pessoas se opõem a Deus, enquanto outras não; algumas aspiram a Deus conscientemente, enquanto outras não sabem que aquilo a que aspiram é, na verdade, Deus.
A Grande Literatura do mundo contém um material que, para o estudante de Filosofia, é absolutamente precioso. A Literatura é uma maneira de você amadurecer na sua visão da Realidade. Claro que, pelos processos atuais de ensino da Literatura nas universidades, a experiência imaginativa pode se tornar totalmente impossível.
A razão, por mais que grite, não pode negar que a imaginação estabeleceu no homem uma segunda natureza.
Imaginar é o princípio da criação. Nós imaginamos o que desejamos, queremos o que imaginamos e, finalmente, criamos aquilo que queremos.
"Praticamente tudo o que se lê na mídia brasileira sob o rótulo de 'análise política' não passa da elaboração apressada de fatos que o comentarista extraiu da própria mídia. É a imagem popular do mundo maquiada na linguagem do manual de redação. Nada mais."
"Quando os apologistas da civilização africana enaltecem os grandes reinos negros de outrora, geralmente se omitem de mencionar que esses Estados (especialmente Benin, Dahomey, Ashanti e Oyo) deveram sua prosperidade ao tráfico de escravos, do qual sua economia dependia por completo. Especialmente o reino de Oyo."
"O tráfico negreiro não foi uma invenção diabólica da Europa. Foi o islã, desde muito cedo em contato com a África Negra através dos países situados entre Níger e Darfur e de seus centros mercantis da África Oriental, o primeiro a praticar em grande escala o tráfico negreiro (...). O comércio de homens foi um fato geral e conhecido de todas as humanidades primitivas. O Islã, civilização escravista por excelência, não inventou, tampouco, nem a escravidão nem o comércio de escravos."
“Como Fernand Braudel apontou, o tráfico de escravos não foi uma invenção diabólica da Europa. São os muçulmanos árabes que estão na origem e o praticaram em grande escala.”
“A escravatura interna existia antes e durante o tráfico árabo-muçulmano e transatlântico [europeu]. Foram os árabes muçulmanos que começaram o tráfico de escravos em grande escala”.
“O tráfico negreiro árabo‑muçulmano começou quando o emir e general árabe Abdallah ben Saïd impôs aos sudaneses um bakht (acordo), no ano de 652, que os obrigava a entregar anualmente centenas de escravos”.
"Acreditar no mito certo é mais importante do que acreditar na teoria científica certa: a teoria científica não é senão uma versão reduzida, remota e muito indireta da verdade que já está dada no mito -- este, sem conotação de coisa inventada ou artificiosa."
"Todo brasileiro que faça alguma coisa pelo seu país deve estar preparado para ver as sementes que lançou no solo pátrio germinarem antes no Exterior do que aqui."
"Insisto em que todos os escritores que pretendam informar seus leitores fiquem longe da filosofia ou que, pelo menos, não sejam intimidados ou influenciados por causadores de confusão como Derrida...".
