Coleção pessoal de Kllawdessy
Aprendi isto em um conselho de classe: a deficiência é do aluno, mas é o professor que tem de mudar a metodologia! Mais antes, não tivesse ensinado nada, ficaria mais fácil para ambos.
As Razões para matar tornam-se também razões para morrer, aquelas provocam estas! Quem mata sempre avisa. Ninguém morre sem consciência da morte, pode até ignorar alguns motivos, mas nunca, o aviso do depósito da salário do pecado.
Quando alguém se nega a pensar na morte, ele está senão mostrando-se indisposto a amar a vida, e se negando ao preparo final.
A morte é o maior ato da misericórdia de Deus, Ele seria injusto demais se nos matassem sem aviso algum. "salário do pecado".
Seria uma agonia tremenda a antessala da morte, se não tivéssemos o estágio da velhice, com mil motivos, para desejar morrer.
Irônico demais é dizer que o lar é um pedacinho do Céu na terra! Pior seria um pedacinho do Inferno no Céu! Maior felicidade tem, quem tem o maior número de inimigos mortos! Felicidade para mim é poder contar com as amizades provadas no fogo do inferno.
Será que precisamos sujeitar-nos ao amor verdadeiro como a única condição de sermos felizes? Se é que o amor traz felicidade!
Os suicidas Romeu e Julieta são a maior expressão da ignorância sobre o amor e a felicidade. Iludidos que ficariam juntos eternamente, esqueceram-se que "no céu não se casam e nem se dão em casamento. Agora imaginem-se no inferno legalmente casados!!!
Se queremos uma escola atualizada, inteligente e útil, precisamos deixar de sermos ignorantes a respeito de como queremos atender as necessidades sofisticadas de nossos alunos.
Se queremos fazer deles cidadãos, precisamos inseri-los corretamente nos assuntos do mundo letrado. O inverso disso significa querer que sejam nada, aí é só deixarmos-los como estão para vermos como é que ficam!
No início do ano, os professores reafirmam o voto:—"vamos aprovar só os alunos dedicados e estudiosos, sejamos rígidos, nossa escola é séria!" Mas no conselho de classe do terceiro e quarto bimestres, se não atingiu o índice de aprovação, já se resolve tudo no jeitinho brasileiro.
O aluno, por último, será promovido mesmo que fique reprovado em duas matérias, ele nem se preocupará, pois um "trabalhinho" resolverá sua dependência curricular. E é lógico que o professor não quer, de jeito nenhum, trabalho extra!
Observei também que no quarto bimestre aumentam as denúncias de pais e alunos sobre os professores com as acusações mais banais, mexem até na família do professor. É uma competição desleal. Todos querem a aprovação deles.
No terceiro bimestre em diante, a pressão psicológica aumenta em cima do professor, enquanto deveria ser em cima do aluno. É um assédio moral aqui, outra imoralidade ali, uma falta de ética acolá e assim vamos com "ordem e progresso"
Ora, se os alunos sabem que serão aprovados automaticamente, ou melhor, no grito, vão se importar com mais uma tarefa no quadro, valendo pontinhos.
O pior debate de um coordenador a fim de passar o aluno sem mérito:—"você quer tê-lo novamente como seu aluno,no próximo ano?
O Enem deveria ser um evento de grande motivação para estudo e pesquisa. Todavia os candidatos tocam superficialmente nisto ou aquilo, afinal aprofundar em quê se ninguém adivinha!
Agora o milagre da inclusão social dos surdos é o estudo da língua de sinais? Assim somos nós que decidimos, se não estudarmos não haverá incluso.
