Coleção pessoal de Ketteiteki
A crença do libertarianismo se baseia num axioma central: ninguém pode agredir a pessoa e a propriedade dos outros.
O estado diz que um cidadão não pode tirar o que pertence a outro pela força e contra sua vontade, no entanto, o estado (...) faz exatamente isso.
O que temos hoje é apenas uma defesa simétrica da liberdade de expressão: só é lícito aquilo que me agrada. Aquilo que me ofende deve ser proibido. (...) Ou a liberdade de expressão é absoluta ou ela não existe.
Se cada indivíduo é único, de que forma ele pode ser 'igual' aos outros sem destruir a maior parte do que é humano nele?
Quando o governo possui um poder imenso, a atividade de governar não atrai para si homens moderados e temperados, preocupados em evitar os defeitos da iniciativa na qual estão envolvidos, mas os neuróticos e frustrados que não conhecem limites ou o parvenu que se embriaga facilmente com a oportunidade de fazer coisas grandes e brilhantes. Quando esse poder é gerado pela submissão “das massas” que buscam uma “segurança” abrangente, acaba caindo nas mãos de protetores que prometem mais do que podem realizar e, fingindo liderar, impõem a seus seguidores a responsabilidade por suas próprias ações.
Se uma empresa privada for um fracasso, ela fecha; se uma empresa governamental falha, ela é expandida. Eu o desafio a encontrar exceções.
Do governo agora se espera que nos proteja de nós mesmos. Isto deveria ter sentido ofensivo para qualquer amante da liberdade.
A única maneira que já foi descoberta de muitas pessoas cooperarem voluntariamente é por meio do livre mercado. E é por isso que é tão essencial para preservar a liberdade individual.
