Coleção pessoal de Ketteiteki

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⁠⁠O amor é comparável a uma doença te faz ver as coisas como não são, te joga em um abismo de carência e anulação de si mesmo, a cura é ser racional e encontrar paz interior e a liberdade da solitude.

⁠Tornamos nosso mundo significativo pela coragem de nossas perguntas e pela profundidade de nossas respostas.

A solitude é não depender de nada externo para se sentir completo, é onde você sente prazer em sua própria companhia.

⁠Nossa vida sempre expressa o resultado de nossos pensamentos dominantes.

A mudança é a escada da⁠ sabedoria.

⁠Prefiro morrer tendo falado a minha maneira do que falar da sua maneira e viver.

Eu não posso ensinar nada a ninguém, eu só posso fazê-lo pensar.

⁠A lei perverteu-se por influência de duas causas bem diferentes: a ambição estúpida e a falsa filantropia.

⁠De fato, o Estado não é maneta e nem poderia sê lo. Ele tem duas mãos: uma para receber e outra para dar, ou, melhor dizendo, a mão rude e a mão delicada. A ação da segunda subordina-se necessariamente à da primeira.

A necessidade mais urgente não é que o Estado ensine, mas que permita a educação. Todos os monopólios são detestáveis, mas o pior de todos é o monopólio da educação.

⁠Lei não é parâmetro de moral e ética, não é porque tá lá que é correto.

Se quiser manter sua paz interior intacta permaneça solteiro.⁠

⁠A minha mudança foi necessária para passar enxergar a realidade, e foi aí que encontrei a paz interior.

⁠A coerção é má e intolerável pois ignora o indivíduo como um fim em si mesmo, e o usa como um fim para os outros.

Reconheço as limitações dos indivíduos e justamente por isso defendo a liberdade.⁠

⁠Sob o estado de direito, o indivíduo é livre para perseguir seus fins e desejos pessoais, com a certeza de que os poderes do governo não serão usados ​​deliberadamente para frustrar seus esforços.

⁠Quanto mais complexo o todo, mais dependemos da divisão de conhecimentos entre indivíduos cujos esforços separados são coordenados pelo mecanismo impessoal, transmissor dessas importantes informações, que denominamos sistema de preços.

⁠A religião é um cego guiando outros cegos.

O egoísmo pessoal, o comodismo, a falta de generosidade, as pequenas covardias do cotidiano, tudo isso contribui para essa perniciosa forma de cegueira mental que consiste em estar no mundo e não ver o mundo, ou só ver dele o que, em cada momento, for suscetível de servir os nossos interesses.

O problema não é um Deus que não existe, mas a religião que O proclama!