Coleção pessoal de JULIOAUKAY

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Não sabes de outra saída para evitar a solidão? Viva o agora e não estenda o passado sobre a mesa, pois o amor é o sentimento mais extenso que há;

Percebo em um mundo externo em que falta amor e sobram invejas, um incômodo de ouvir o que não se quer;

E se são as flores que entendem as intenções do coração, e se são as delicadas borboletas que compreendem as intenções da paixão;
Então fica a certeza de que o amor tem tamanho apoio da vida para com os seus aprendizes;
Quem és ouvinte ou requerente de um sentimento que busca prazer e felicidade para fugir da solidão, apontando a ferida sem ao menos se levantar;

Amar é o propósito da vida, senão quem ama desordenadamente não elege ninguém para com o amor verdadeiro;
Ninguém a outro declara seus múrmuros de amor assim fizera o verso para conquistar de forma sutil;
Pois a voz do coração arranca flores do rio Jordão para cultuar a beleza alheia e invadir tais oportunidades;

O pouco que guarda não é o muito que tarda, mas são as idéias que se formam entre palavras em um jus pensamento;
Não me encurto para que eu caiba em um coração desconhecido nem mesmo retiro os sentimentos que calam os teus olhos nas surpresas;
Se a ti mesmo eleja o que mereça não tendes entender os pensamentos para com quem o amo;

Não se perca por entre o domínio naquilo que não possua ou que não valha um breve regozijo para tornar a se repetir;
Pois beirando a calçada não é alimento para a segurança, sem comprar desejos verdadeiros para verificar a honra e a dignidade;
E em certos artifícios as virtudes interpretam o êxito como o oposto do que realmente seja;

Lutarei até quando minhas forças cessarem pelo o teu amor;

A direção dos meus olhos te deixa receosa em um tanto que eu siga por outra rota beirando a calçada esperando o seu parecer;

Não perca o seu coração para ninguém, deixando de se esconder para seguir solúvel e só;
Talvez com a sua própria decisão você tenha maior satisfação na vida e consiga alguém que possa lhe acordar com beijos;
De nossas vidas somente nós podemos cuidar para sabermos das certezas que fazemos;

Todo sentimento que nos faz bem é benigno, busca suas próprias virtudes respeitando a opinião alheia;
Os sentimentos verdadeiros não têm interesse e se faz o suficiente ao coração carente;

As minhas limitações vão além do que se possam imaginar mesmo os que oprimem as minhas capacidades;
Meus afetos e certezas me fazem despido à liberdade, para pensar e falar perto da irrelevância;
E que eu consiga reger os meus desejos para que o tempo não destrua o que ainda sobrou intacto em minha confusão;

Neste acaso lavrando o campo solene que é o teu coração, lhe ofereço a minha chama que nunca se extinguirá;
Pois a chama do amor é invulnerável para com quais querem que sejam as dificuldades;
Teus segredos se fazem incógnitas para o meu doar e na ausência me trouxe saudades, porém nos sentimentos algo universal e prazeroso;

Não se esconda atrás de imagens que não seja o real para o coração alheio, pois mais vale um desagrado pelo que realmente seja do que uma ilusão no que se perdeu na mentira;

Como um apaixonado que a ver em um simples momento de rosa incomparável desejo-lhe regar em um mudo silêncio para que absorva todo o meu carinho;
Gozemos a alegria dos cuidados diurnos de um amplo sentimento ainda não conhecido e não tenhamos a ilusão que nos faça sofrer;

Será que é fato necessário em regozijarmos em nossa vida para conhecermos a nós mesmo?
Será que a dúvida é a certeza das escolhas pensadas para transpor os portais das indecisões?
Será que as palavras têm o poder para direcionar o caminho irreparável tanto para a felicidade ou para perdição?

Tuas grinaldas brilham mais que a renovada maneira de pensar, aceitando a sorte como vier para coroarmos a vossa majestade;
Que edifiquemos a tua beleza para que eternamente possa-nos agraciar-nos e sabermos que somos seres dignos de admirar tanta divindade;

Se queres coroai-o sem o conhecê-lo devidamente és um risco para o abismo que infecundo se mantiveres incerto na insegurança;
Então este seu acaso que ora, solene e outrora impensado se faz impaciente em um presente perigoso, mas contentável;

Vejo-lhe como uma flor que desabrocha dia após dia com o brilho de um grandioso admirar, incrivelmente esperando um sestro para o seu próprio destino;
Tudo nos muda tanto pelo que guardamos, tanto pelos nossos graves passos, encerramos o que nos negas;
E se te colha em ciúmes não me queiras mal, pois o absurdo nem sempre és exagerado o suficiente para tornar insensato;

Qual o ritmo que balança o teu corpo, tão quão breve e suavemente nas entrelinhas do tempo com os teus sentimentos que não se cessam;
E em meus passivos olhos repetidamente vêem-me o destino coroai-me com as tuas próprias riquezas em verdades e glórias;
Usa-me, acalenta-te em meus braços para aquecer todo o teu querer em lagos viventes que o sol seca;

Sua oculta timidez valoriza a tua beleza que crescem com um sussurro gemebundo de um grave sentimento vivente no interior da própria alma;
Fora do conhecimento se lembra que se corre a passos largos atrás da felicidade, mas que muita das vezes se depara com um abismo exagerado ao nosso caminho;