Coleção pessoal de JULIOAUKAY
Tire-me tudo que eu não mereça, me tire meus sonhos e os meus direitos, me tire meu chão e o céu que me agracia;
Tire meu porto para que eu não tenha onde me assegurar me tire a minha moral na qual não tenha o que falar;
Me tire tudo que puderem, mas não conseguiram me tirar a minha fé que ainda posso viver dias melhores;
Eu quis sentir você tão perto, tocar em sua boca e acariciar com palavras doces o teu ego;
Quanto mais penso em você mais as minhas ansiedades me maltratam pedindo que a realidade proceda com o tempo;
Eu sei amar, sei cuidar e dar atenção, mas eu não sei te prender e nem seguir os teus passos... Mas ainda acho que vale a pena;
Em tudo que me faça mal eu me disponho e transpasso para ter a chance de ser digno do teu coração;
Sei que juntos podemos ir além do que imaginam sobre nós e também podemos ser vencedores no que quisermos;
Observo as negatividades diante de nós que são ignoradas pela nossa razão e transformadas pelas nossas loucuras de amar a vida;
Impossível te esquecer, impossível não se lembrar do nosso momento juntos, você tanto me faz falta que minhas lágrimas não se contêm;
Queria te tocar e levá-la onde não mais estivesse só para beijá-la e te fazer sorrir como mereças;
Ó mulher que tanto rouba o meu querer aumentando o tempo que me faltava para nunca esquecer-me as diferenças no que você me faça;
Eu sei que ainda não perdi o medo de ganhar ou me alimentar pela a espera do que nem sei o quê;
Mulher dominadora de mim, eu ainda creio na vontade de ensinar o caminho de volta, mas mulher contemplada por meu coração não me negues;
Ando em sua direção de mansinho, vendando os meus silêncios para que não grite no vazio a imensidão de querer o seu coração;
Somos donos de nós mesmos, mas abro os olhos e não consigo ver para que ou quem eu possa entender;
Conceda-me a liberdade para amar e ser amado por mãos alheias para seguir a voz do meu coração;
Minha timidez é incerta ao meu querer, mas na verdade que penso em você sem a coragem devida de declarar-me a você;
Talvez eu lhe escreva uma carta anônima ou até crie coragem para gritar o quanto te amo com lágrimas de chuvas que há faça saber;
Não consigo mais esconder minha timidez que me apaga, fazendo que você não me enxergue como desejo;
Teu sorriso é tão cativante que me desatina e fico pensando em você a todo o momento;
Minha rotina se transformou e você no escuro me assistindo para chamar a minha atenção;
E assim fingindo tanto o meu coração já não mais aguenta pagar tal preço para te amar;
Os sentimentos não mais cabiam dentro de nossos corações e me fazia anestesiado pela sua timidez;
Tudo pode até parecer uma realidade dura, mas se não encostarmos o pé no chão nossos sonhos abrirá o caminho ideal a conosco;
Quando ando sem destino tua atenção guia-me para que você possa me levar no colo ao teu abrigo de costume;
Não consigo mais esperar por você nesse banco de praça que me faz interrompido sem me avisar de compromissos inoportunos;
O tempo voou para conosco, mas não devemos desistir e deixar nos perder em um vão que encurta nossa viagem que esconde a coragem;
Não posso evitar meus olhares de desejos a você, pois sei que você não consegue se proteger da minha força visual;
Nada atrapalha o meu fluxo mais que seguro para querê-la no meu escuro e te dar o meu coração;
Deslizo o meu carinho por entre o seu corpo, te oferecendo o fogo que em mim arde para satisfazer os nossos corpos que sedento estão;
A nossa semelhança se uni junto aos nossos pensamentos para certificarem de quê o destino preparou-nos uma cilada de amor;
Sob a ideia romântica no desassossego de nossos próprios corações os sorrisos desvirtuam quais querem que seja o prazer;
Mas a autoridade primitiva despertou-nos imaginações intimas e tentadora a nossa razão;
Não meço dificuldades para está próximo do teu coração, mesmo estando tão distante para não ensaiar despedidas;
Me vejo ali sendo apagado mesmo sendo sem querer, você assiste a distância sem nenhuma atitude de não querer pagar o preço por amar;
Não nos diga que não há mais tempo que lamente o que nunca fora dita sentimentalmente para fingir um amor inventado;
Não me vale de nada essa guerra por poder, pois alimenta a burguesia hipócrita e condena a simplicidade dos humildes;
