Coleção pessoal de JULIOAUKAY
Sinto as gotas da noite envolvendo-me com a sua infinita inspiração, dando o poder de sonhar ao meu coração;
E tanto eu dormia que meu coração voava para velar o sono do meu amor, pois és o singelo sono da minha amada;
Mesmo a distância o meu coração estremece ao pensares que sonhaste com minha pessoa;
Tu és tão graciosa e toda trabalhada na beleza que meus olhos não se cansam de admirar tanta supremacia;
Os teus lábios são como rosas dando a impressão de quem que tem a maciez natural da vida;
Tua face um enigma gostoso como uma doce maça que tanto me enlouquece;
Mas ainda sim estou a admirar com desejos e ansiedades de lhe tocar para que em mim você faça seu leito fogoso;
Eu percorreria todo lugar em busca do teu amor, proliferariam os meus sentimentos para descobrir os teus sorrisos e tocar o teu coração;
És minha querida, meu céu e meu mar até que o infinito me deságüe para me fazer o teu aquário;
Ser o teu desconhecido e em teus lábios te aguar para pouco à pouco te conquistar;
Não procuro ostentar os meus sentimentos no qual me exceda em me achar, portanto sou suficientemente hábil para me ter certeza;
Com minhas palavras tão singelas tenho força de remanejar todos os meus sentimentos ao teu coração;
Mostrai-me oh coração vosso querer e fazei-me feliz por entre essa vida, pois a vossa verdade és padrão para o meu acalento;
Oriente-me e me conduza para que eu não me perca em nenhuma das hipóteses;
A glória ao seu coração será através da felicidade guardada e protegida pelos meus pensamentos poéticos;
A sabedoria deixada pelos sábios será a herança dos apaixonados que repousa por entre lírios com a promessa ainda não cumprida;
Se deitares sobre mim sentirá o efeito do meu coração, o efeito esperado a seu corpo;
Responder-te-ia com o meu coração, guardando-te para um eterno cultuar nas mais sinceras das atenções;
Pois os meus sentimentos são a segurança do teu coração, com desejos repentinos para lhe preservar de toda cilada armada contra ti;
Não negues tais benefícios a meu coração para que todo poder do amor lhe possa conceder;
Amar-te-ei nos ofícios da verdade, confortando e respeitando suas inseguranças, assegurar-te-ei para as suas certezas à felicidade;
Portanto deposite-me total confiança para um doce refrigero ao seu coração;
Sejam quais forem as suas escolhas te firme em tuas próprias certezas de que seu coração lhe afirma;
E o desleixo dos insensíveis ou fracos de espíritos não me influenciarão, pois ainda sim quero habitar em teu coração;
Não me perca de vista, mas me defina como aquilo que sempre sonhara;
Quando vier sobre o teu coração demasiadamente sentimentos um tanto infinito, não se faça de rogada! Aceite e entrelaces-se;
Teus olhos me chamarão e procurar-me-ão para ter atenção, não me encontrando gritarás para escutar o meu coração;
Mesmo que as bocas de meus inimigos armem emboscadas para que eu seja impedido de prosseguir, não desistirei;
E não conseguindo ler os mesmos eles provarão do próprio veneno enganando o seu próprio coração;
Para entender as palavras poéticas do meu coração, não é necessária sabedoria extrema, mas sim atenção com a alma;
Adquirir o bom senso pela reflexão é desvendar o enigma da vida em prudência real;
Compreendo os princípios da sabedoria como um provérbio que me ensina a retidão na vida;
Meus próprios pensamentos me desatinam, me torturam pela inflexibilidade das verdades poéticas;
Nem a escuridão pode apagar o meu amor pela vida, que em muita das vezes me cobrou o que nunca me deu;
Ah quem dera se o teu coração me escolhesse! Para eu me encontrar em teus beijos, fazendo-me jus aos sentimentos;
Com os pensamentos hábeis ganhei o teu coração, mas para o conquistar preciso provar com atitudes as minhas verdades;
E de todos os aromas o teu excede as minhas expectativas, superando o nível de sentimentos que meu coração transborda por ti;
Enquanto o teu sono era resposto o meu coração velava com todo carinho;
Quem vai curar as minhas mágoas e quem não vai se repetir para as minhas inspirações;
Quem me dará as mãos ou quem me oferecerá atenção, mesmo quando nada nos cabia;
