Coleção pessoal de JULIOAUKAY
Permita-se para as minhas indecências...
Se entregue a mim, no qual eu possa te despir e fazer-te feliz;
Me queira assim como a quero com todas as minhas forças!
Tu não tens um corpo! Mas sim um pedaço de mau caminho entrelaçado com o pecado indecente e desejado pelos meus olhos...
Nossos momentos revigoram qual quer esperança que ainda temos de entrelaçar com a eternidade... De vivermos o mesmo amor;
Então vivamos a esse doce sentimento, no qual faça-nos enlouquecermos com indecências que nossos corpos desejam pelo prazer...
Os pecados que cometemos não deixam de ser pecados, mas com um gosto delicioso que desatina a nossa razão de querer o certo;
Se a lei da vida é ser feliz... Não desistirei enquanto tiver um sopro de vida em mim
Seguirei adiante com a minha cabeça erguida e não o queixo...
Sou um tanto submissa, mas não o seu animalzinho para te servir ao teu gosto...
Não me tenha encarcerada como queira, pois a minha inocência tem limites;
Porque sou assim às vezes uma brisa submissa e às vezes uma tempestade de pecados incontroláveis;
Hoje o sol não nasceu e me sinto tão submissa ao meu prazer
Que minha inocência se perdeu por entre os desejos de mulher...
Mas não há lamentações, mas sim vontade de viver...
A via do prazer é mais que o belo, o feio, a felicidade ou a dor...
É verdadeiramente um jogo de sedução... Onde somente o prazer é vencedor;
Não ao exagero para não cometermos o atrito mal fundado
Necessitamos da experiência amorosa;
Porque querer saber! Como me tornar um Don Juan? Se não quero ser uma copia!
Não preciso de técnicas para ser eu mesmo...
Tuas atitudes me enlouquecem de alguma forma...
Teus trejeitos são minha perdição
Quanto mais te permito mais ensandecido fico;
Tua beleza é tão reluzente que as estrelas caem diante de você
As tuas imagens sensivelmente me conduz
E as tuas ameaças me encantam;
Os palpites da ignorância são tolos ao silêncio da verdade...
E a covardia dos fracos impertinentes a razão;
Sinta-me por entre seu corpo como uma brisa de verão
Sinta o gosto em sua boca com o desejo existente...
Suspire o teu prazer... Fale em silêncio pelo teu querer
Que logo te envolverei e te terei junto ao meu corpo...
Ajoelhe-se ao meu amor... E se entregue para nos amar...
Deixar-me-ei admirar o teu corpo nu, a tua lucidez um tanto elucido;
Que te exaltarei com honra e dignidade de uma mulher
Mas não qual quer mulher... E sim a minha;
Sonhe com os meus pecados mais indecentes
Deflorando o seu corpo nu com todo prazer
Sussurre em silêncio e acorde pronta
A me encontrar... Se render e me amar;
Torça para que o destino se encarregue de cruzar os nossos caminhos
Torça para que os nossos olhares se surpreendam...
Torça para que o amor no ar e seja aspirado;
Não se sinta constrangida pela sua nudez... Não tem o mínimo de pudor, Seja sem vergonha... Seja a minha rainha!
Arrancarei as tuas vestes intimas, na qual me atrapalha ver a tua alma...
Sei que me deixarás marca pelo meu corpo, demarcando o teu território;
Contudo a minha vontade junto com o meu querer faz imensa questão
Que nossos corpos se entrelacem sem vergonha e sem pudor;
No entanto os meus desejos quer detalhes para despi-la
Emocionalmente vagarosamente tirarei peça por peça
Com a boca e acariciando com a minha língua;
