Coleção pessoal de JULIOAUKAY

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A capacidade é vizinha do medo;

Não grite ao vento o seu amor que amas outro amor;

É abrindo o coração que se aperfeiçoa a alma;

O amor é a suavidade dos sentimentos...

Eleja-me para realizar os seus sonhos mais íntimos
Para que eu possa fazer com que o seu prazer
Se perca na imensidão do meu mundo;

Seja carnal ou inocente no pudor
Por que o que causar será por conta do amor;

Os miseráveis e hipócritas causam ilusões postas ao coração alheio
Mostram-se repletos de sentimentos despejando de certo querer
Mas com um prazo de validade terminam virtualmente
E magoam o coração de ser ou não ser...

Cortejando a loucura do meu próprio coração
É que encontrei o amor que faz sentido...

Omitir as próprias verdades é sempre fingir para si mesmo;

E mesmo estando só, não me perdi... Sigo em frente;

Dos nossos sonhos é que mais me arrependo...

A tua covardia de se calar, no que se cala ou pelo medo de falar
Faz dos meus sentidos a frustração de me amar;

Este é o meu coração
E o sentimento em excesso nunca é o suficiente na ação
É unicamente a vez que se revela tudo o que for bom;

Só no amor há confiança
Há verdades, há demanda
Sinceridade, empatia
Responsabilidade de quem ama;

Há fidelidade, lealdade
Compaixão, veracidade
Adoração, exatidão
No amor há dedicação;

O amor não tem validade
Mas sim igualdade
E quem ama tem esperança e um pouco de paridade;

Quem roubou a nossa empatia? Cadê o respeito ao nosso coração?
Todo amor vem de um sentimento iniciado pela paixão;

Toda fé vem da esperança de não desejarmos mal a ninguém;

Não preciso de opiniões
Não quero seus sermões
Não necessito de hipocrisia
Não tenho amigos, eu tenho irmãos;

Quem vive as suas próprias verdades já é livre por natureza
E amar com sinceridade é algo muito serio, e tem a sua pureza;

Quando me perco em meu próprio labirinto
Sempre existirá de certo um caminho
Meu deserto em minha solidão
É meu sentido, luz do meu coração;

Mas acredite em mim
E hoje nasci pobre, mas de certo nasci livre
Ainda não é tarde, fazer do meu barulho, o silêncio em declive;

Queria ser insensível, e não amar como eu amo
E mentir com palavras quando nem sei o que declamo
E hoje é outro dia, não penso no repouso
Penso em viver um dia após o outro;

Perdoar eu já perdoei, o difícil é entender que nem todos fazem por merecer;
Necessito compartilhar o que sei, propagar o que faz sentido
Porque não mais teremos tempo de fazer o que é preciso;

Quando você conhece a frustração
O céu desaba, o amor passa a ser decepção;