Coleção pessoal de JULIOAUKAY

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"Caminho contra o vento, contra fúria e coração unido com a esperança. Somos fortes uma nação os valores e verdade não me deixem iludir. Onde quer que eu esteja deus não deixa eu cair;"

A minha paz de espírito não é conflito por entre as diversidades da minha vida;
Mas sim, a pureza de ter a minha consciência tranquila comigo mesmo;

Às vezes é parecido com a suavidade do amanhã, mas a realidade é tão certo como a navalha em carne crua;
Às vezes acreditava em contos de fada, como se improvisava o amor verdadeiro à meia luz em nós estrelas, mas era resquício de um sonho ultrapassado;

Questiono-me para a contemplação dos meus sentidos e tento, que tenham razão;

Se não for para amar, por que se apaixonar?

Quem é o inimigo que dividimos o coração?

Temos nosso próprio tempo, mas vivemos o tempo de outro;
Esperando que as luzes se acendam, sem que acendamos;

O meu país têm importância em benefício próprio;

O mal que o coração faz, é perpetuar a quem não merece se quer um cumprimento;

O que ficará em minha boca, além das palavras doces, do sentimento que faziam o segredo mas constrangedor... Fora a vontade de beijar mais e mais;

Há tempo que os santos protegiam divinamente;

Parece inevitável, mas é só questão de acreditar ou não;
O meu cansaço não é tempo limite que me faça lembrar da tristeza exata que nos faça acreditar;

O proibido x o aceitar

O proibido é de certo algo que aprendemos em não ser certo;
Porém o aceitar é algo que entendemos que seja algo bom;
No entanto, muita das vezes as duas vertentes podem se cruzarem...
É provável que se aceite o proibido, mesmo que o proibido seja inaceitável;
O proibido tem sabor de prazer imensurável já o aceitar tem sabor de benevolente;
Concluo que tudo que é proibido pode ser aceitável e tudo que é aceitável não necessariamente seja proibido;

A minha confusão é entre o amor é a paixão... Então porque tais sentimentos me tiram o chão?

Será que a fúria dos poetas é a violência da delicadeza?
Ou a verdade dos carentes da leitura excessiva?

Acho eu que amava a vida que não me pertencia, amava uma galáxia de um universo diferente...
Ou que entendia que não pertencia a esse lugar;

Quero me encontrar, mas tenho quase certeza de que procuro em lugar errado...

Aquele gosto de prazer imensurável, que decorre pela correnteza...
Fez com que eu pensasse que não me afogaria, mas de tão certo morri de amor em querer tê-la junto ao meu coração;

A minha solidariedade depende do grau de humildade que o próximo demonstra;

Complicado ou não, a vida tem a sua própria maneira de mostrar toda a sua maestria;