Coleção pessoal de JULIOAUKAY

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⁠Os olhos não enganam a quem não quer enxergar a vida;
Ah... Coração, os sentimentos pelejam para se impor ao latejante querer da mesma lógica;
Mas fazer-se de cega surda e muda... É ignorar o presente da vida...o caminho é recusar?

⁠A musicalidade da vida é harmônica, descrevendo a sonoridade da partitura que não muda, pois a afinação não desanda... Não só como flores murchas;
É suavemente na esperança de levar no balanço para entrarmos no ritmo da vida;
Ouvido para ouvir a canção
Música para tocar só coração
E um amante para cantar uma louca paixão;

⁠O amor é sempre igual
Amor é amor seja qual for o local
Se for amor a primeira vista
Se perde um olho, um casal de poucas brigas
Ah, sentimentos que troca empatia
Trocando rosas, promessas para toda vida!

⁠De nada serve as respostas se não se sabem as perguntas;

⁠A inspiração é como o novo, sempre alça uma surpresa em lugares e hora que não planejamos;
E às vezes adentra em um espaço vazio e desconhecido para escrevermos uma nova história;
Realmente pensar é voar, pensar e criar, pensar é uma oportunidade em amar;

⁠Caminhando-se apressado, tentando alcançar os próprios sonhos...
Se perdia e voltava sempre a dormir para tentar alcançar um novo sonho!

⁠Eventualmente quem ama, nunca perderá ou terá um fim precose;
O amor eterniza qualquer que seja o momento;

⁠Quando a vida não mais viver e passar pela primavera visualizando a morte quando não quis morrer;
Aí, se arrependeram da maneira de quando não quis viver!
Mas de nada adiantará, viver as margens da vida... Quando a morte rodear;

⁠Eu aprendo cada vez mais com as minhas palavras... Que me serve como instrumento de sabedoria!
É como um assessório que completa o meu currículo, fazendo uma proposta intelectual e afetivo;
Não me pego prejudicado com as minhas prosas, pois minhas manifestações poéticas não me dão a impressão de dramatização;
A confirmação permite que a minha batalha haja possibilidades literárias;

⁠Quanto mais penso nas medidas subjetivas a um sentimento...
Mais tenho certeza de que não dão valor pelo que realmente cultivo;

⁠No enredo das palavras me cansei das bocas que não me convém;
Mas que me convinha, investi nas palavras que desarmaram o medo de me entregar;
E o renovo se fez com palavras que deram razão;

⁠Meu ritmo é o balanço do meu coração;

⁠O amor desarma qualquer tipo de má intenção;

⁠A arte de oferecer satisfação é a mesma de colher constante admiração;
Se o artista não conseguir despertar admiração ou até mesmo satisfação em sua arte!
Então sua arte é ineficiente;

⁠Interroga o seu coração...
Pergunte-o se escutas a tua voz, se decifra o teu pensamento?

⁠O coração carente sofre em silêncio em uma densa tristeza;
Além de julgamentos impróprios em combate ilícito;
Pelas capacidades de ser ou fazer, como em fatos do inacreditável de não conseguir ser amado!
Tendo um momento do querer, mas sem poder... Ah! Só um pouco para que não deixe morrer... E nada mais posso dizer;

Somente registro um pouco de palavras poéticas...
Não sou libertino, então porque me negligência?
Somente a minha tristeza, será mesmo o que me aflige... Será que a solidão será o meu caminho no mesmo que existe?

⁠Eu sou a decadência poética, oferecida pela vida em um corpo não sustentável;
Vendo passar as oportunidades como um copo d'água no Estado líquido para gasoso!
Componho acrósticos, indolente e talvez indiferente, mas com toda dedicação;

⁠Minha condição é esquisita... Eu sou PCD mas, trabalho com logística
O dia é intenso e não me sinto especial, mesmo que o meu trabalho seja fora do normal!
Eu não quero R.E.G...
Não quero badalação
Quero oportunidades dentro e fora da operação;
As minhas necessidades não podem ser atendidas
Se não consigo fazer algo, é corpo mole ou preguiça;
Não posso dá feedback construtivo, se não é advertência... Irresponsável e sem juízo!

⁠Escute as mais sinceras palavras poéticas, não a julgue! Ela somente cria possibilidades de ser, querer!
Abre todas as trancas, acredite! Pode sim adentrar por dentro de qualquer coração;

⁠Dica de como viver de bem com a vida:

Agir de forma que de o entender que confia em alguém, mas nunca confie;