Coleção pessoal de jose_fernando_vicente_martins

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Há pessoas que observam as regras de honra como se vêem as estrelas: de longe.

Não ter nada para fazer é a felicidade das crianças e a infelicidade dos anciãos.

A tolerância é a melhor das religiões.

Uma vez que o meu coração está morto, vivi mais que o suficiente.

A poesia é tudo o que há de íntimo em tudo.

Quem não é capaz de ser pobre, não é capaz de ser livre.

O solitário é um diminutivo do selvagem, aceite pela civilização.

Não permita que lhe façam o bem. Abusarão disso.

Iniciativa é fazermos o que está certo sem ser preciso que alguém nos diga para fazermos tal.

Chega sempre a hora em que não basta apenas protestar: após a filosofia, a ação é indispensável.

Nada se assemelha à alma como a abelha. Esta voa de flor para flor, aquela de estrela para estrela. A abelha traz o mel, como a alma traz a luz.

O sábio sabe que ignora.

Nunca ninguém conseguirá ir ao fundo de um riso de criança.

Quanto a lisonjear a multidão, juro que não posso! O povo está no alto, a multidão está no fosso.

Ser bom é fácil. O difícil é ser justo.

A música é o verbo do futuro.

Seja como os pássaros que, ao pousarem um instante sobre ramos muito leves, sentem-nos ceder, mas cantam! Eles sabem que possuem asas.

Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles.

Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã.

Não há nada bom nem mau a não ser estas duas coisas: a sabedoria que é um bem e a ignorância que é um mal.