Coleção pessoal de jose_carlos_43

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Vem da deontologia, a regra básica dos deveres e obrigações, que reitera a moralidade inerente aos fazeres humanos.


Daí decorre a ética normativa, pois compreende-se que algumas condutas são essencialmente positivas ou negativas.


Os líderes deveriam sempre se basear nessa premissa. Fazer o certo, mesmo que desagrade ou conflita com interesses estabelecidos. O tempo ensina que não há silêncio que sempre dure.

O dever ser da administração baseia-se em princípios, que se referem a legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
Num amplo processo de governação tais requisitos deveriam ser cumpridos por todas as esferas de governo.
Ou seja, governança requer democracia com responsabilidade pública.

Liderança é sobre como lidar com sonhos e aspirações.


Uma boa dose da liderança está alicerçada na premissa de que há um futuro a construir.


Por isso devemos distinguir liderança de gerenciamento.


O gestor tem sempre os pés no presente, enquanto o líder pode estar mirando o que ainda não existe.

Os melhores líderes que conheço sabem que não sabem.
Ou seja, reúnem equipes com qualidade teórica e experiência prática para que façam o que tem que ser feito sob sua coordenação.
São líderes de pessoas e obtém resultados valorizando equipes e apontando a direção e o objetivo a alcançar.

Um dos mais importantes obstáculos a formulação de políticas públicas, parte da premissa necessária de que não existe isenção.
Todos partem de uma visão e é ela que vai basear as escolhas.

Precisa-se tomar o máximo cuidado para impedir a burocratização da política e a politização da burocracia.

Se eficiência esta associada a economicidade, eficácia ao resultado e efetividade ao impacto gerado, devemos compreender que governança é a capacidade de gerir todas essas premissas, com a clareza de que um princípio não subsiste isoladamente.

As competências da liderança devem inspirar e irradiar-se no fortalecimento das capacidades do grupo.
Líderes fortes com equipes fracas não geram resultados sólidos.

Não se qualifica o sistema democrático, sem melhorar a qualidade da gestão.


E um cultura inovadora não pode prescindir dos postulados essênciais da boa governança.


Os que apenas repetem o passado não inventam novos futuros.

Agir sem princípios não produz credibilidade.
Fazer sem convicção não gera valor.
Por isso liderança é um constante aprendizado.

A capacidade da liderança esta em conhecer suas competências e de saber potencializar habilidades das pessoas.
Um líder não tem todas as respostas, mas tem clareza dos caminhos que não deve percorrer.

A primeira tarefa da adoção de um ciclo de gerenciamento de políticas públicas, é validar a agenda da governança, que não invisibilize problemas existentes e que nasça da legitimidade construída junto a sociedade.
A segunda tarefa é tornar essa agenda a bússola da gestão, agindo com responsabilidade e transparência.

Quando não há governança, o setor público torna-se refém da administração por demanda, pois não compreende o papel da administração baseada na oferta consistente de programas com a devida alocação de recursos.


A primeira tarefa do ciclo de gerenciamento de políticas públicas, é validar a agenda da governança, que não invisibilize problemas existentes na sociedade.

Para gerar desempenho efetivo no setor público, elabore periodicamente um diagnóstico, baseado em mapeamento das competências, especialmente dos gestores de cada área e de suas equipes.
E invista em constante qualificação gerencial e administrativa.
Acesso a informação não gera necessariamente saber. E conhecimento é a luz que se opõe a escuridão.

Governar o governo implica em planejar e executar o gerenciamento que o direciona para sua razão finalística, de ser governo servidor, diante da supremacia do interesse público.


Nesse sentido metodologias, processos, técnicas e habilidades compõe a arquitetura da governação, em que as respostas a sociedade, serão consequência da capacidade instalada de gestão.

Em qualquer organização, especialmente as de natureza pública, pessoas e processos são a chave para a gestão eficiente de resultados.


E fortalecer e aprimorar competências e habilidades das lideranças torna-se imperioso para a consecução desses objetivos.


Não existe prática consistente que não esteja ancorada em um forte aparato conceitual.

Num tempo em que as narrativas pretendem reescrever ou substituir os fatos, emergiram os novos sofistas.
Nesse caso não se trata apenas de um duelo entre verdades e certezas, mas sim da tentativa de alguns grupos de produzirem certezas que substituam as verdades.

Devemos buscar crescimento para as cidades e desenvolvimento para as pessoas.


A noção de progresso deve estar atrelada aos preceitos da partilha dos benefícios gerados e não pela concentração excludente.

Não existem práticas coerentes que não estejam validadas por bases conceituais sólidas
A prática não prescinde a teoria. Os práticos por intuição aprendem da mesma forma que os teóricos. A diferença esta em que quando se une teoria a prática se erra menos e de forma mais rápida se corrigem rumos. Esse é o papel do conhecimento.

A mais importante tarefa da liderança se constitui em mobilizar pessoas para inventar um novo futuro.


Líderes transformadores constroem novas visões que servem como fios condutores para que o futuro não seja uma simples repetição do passado.


Nessa dinâmica se assentam todas as grandes transformações vivenciadas pelas sociedades.