Coleção pessoal de JoniBaltar
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Quando escrevo não sei o que estou a escrever, mas quando escrevo sobre ti, o Amor diz-me que é poesia.
A tua alma disse para a minha alma: adoro quando tu tiras-me a roupa e vagarosamente
tiras-me o corpo.
Posso sentir-me sozinho, mas o meu coração nunca se sentirá dessa forma.
O meu último suspiro:não morri de amor, vivi de amor.
Quero ouvir o que dizem os teus poros sobre mim.
Diz ao teu orgulho que o meu orgulho sente uma enorme saudade de beijar a tua boca.
O meu silêncio está repleto de palavras que somente o teu silêncio as consegue traduzir.
- É tão raro.
- O que é raro?
- O Amor!
Mesmo em dias de frio e chuva, quando estou contigo, no meu coração está um infinito verão.
Adoro quando te maquilhas com os meus beijos.
Respira fundo. No fundo encontras sempre um poema.
Amor é: quando olho para ti e os teus olhos respondem-me sim.
O Amor tomou massivamente conta do meu coração.
- O Amor conheceu-te?
- Sim!
- Porquê?
- Escrevi poesia.
Quero que tu saltes da minha saudade para a minha existência.
A minha boca quer matar esta sedenta saudade no teu corpo.
Tu e eu: nunca seremos estranhos.
Assinado: Universo.
Se sentires Amor: entenderàs tudo.
A saudade que sinto por ti não é instantânea. É uma saudade que quero devolver-te com a minha boca a escorrer poemas.