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Coleção pessoal de JAugustoMaiaBaptista

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A vantagem do textão é que nunca vai ser lido completamente por quem não te interessa.

Se for lido, essa pessoa não vai entender.

Se entender, não vai saber bem o que fazer com o que leu, porque hoje em dia quem escreve textão não regula bem da cabeça. E nunca se dá muito crédito para quem não regula muito bem da cabeça.

Muito menos na internet, que parece terra de ninguém, não se pode imaginar a intenção sub-reptícia de quem escreve um textão.

Nunca se sabe quem se está falando de fato, e que grau etílico ou de lucidez domina aquela pessoa.

Uma das maiores burrices é bater boca online, pois você nunca conseguirá imaginar a intenção do outro e onde ele quer chegar.

Às vezes, a pessoa só é alguém carente que precisa escrever para desabafar, e acaba escrevendo um textão. Agora, se o textão tem uma boa foto, aí valeu pra alguma coisa. Grato por ler.

África, a Mãe de todas as Raças.
A inteligência que há em mim quer dialogar com a inteligência que há em você.

Quando se está diante de uma pessoa sábia, há algumas atitudes a se tomar: ser sincero, honesto e objetivo!

Quando se está diante de um Sábio, cuja Sabedoria vem dos ancestrais, há uma atitude: ouví-lo!

Quando se está diante de um Sábio que aprendeu com seus ancestrais, aprendeu com a Vida, e foi buscar a Sabedoria onde quer que ela pudesse estar e, sobretudo, se dispõe a ouvir e demonstra interesse pela nossa história, não há muito a fazer:

Há apenas que se tirar algumas certezas:

1) Esse momento nunca se repetirá;
2) Por algum motivo, somos merecedores desse privilégio;
3) Levaremos a convicção de que ganhamos o respeito de um amigo fiel, pois os verdadeiros Sábios sabem (mais do que todos) reconhecer àqueles que se dispõe a buscar a Sabedoria onde quer que ela esteja, e fazem qualquer coisa para consegui-lo!
4) E, outra constatação: Sábios por reconhecerem que são os mesmos que os outros, têm olhos de espelho!

Sou muito feliz, porque engano o meu cérebro e ele acredita!
Isso me deixa muito feliz!!!

Toda ação carregada de emoção exagerada, confronto ideológico ou injustiça na internet, causa arrependimento: quebra de confiança!

Depois de 21 anos pesquisando diariamente, percebo que tornei-me pós-doutorando em Pedrinho, não em Autismo.

As empresas e pessoas comuns evitam ter a sua imagem associada à deficiência física e mental. Isso é compreensível.

Ninguém consegue avaliar o tamanho da vitória do outro.
Vitórias são conquistas pessoais que têm dimensões absolutamente particulares pra cada um.

A nossa inteligência sugere que entreguemos sempre o melhor; a nossa crítica EXIGE isso dos outros.

A vaca está indo pro brejo.
E o touro não sabe rezar.

Não existe aula ideal, nem aluno ideal, nem professor ideal. Há sim, a aula real, a que atende ou não as demandas do aluno. Há o aluno real, que traz potencialidades e dificuldades a serem trabalhadas. E há o professor real, que a partir da realidade de seus alunos, de seu arcabouço cultural e repertório de vida, trabalha o conteúdo, bem como a forma de comunicar. Penso que aqui está a chave: saber comunicar, como despertar a atenção e o interesse do aluno em situações em que ele não está disposto a aprender. Cabe ao professor demonstrar seu interesse pelo aluno, proximidade, fazendo o aluno compreender que o professor não é seu inimigo, mas um parceiro, um aliado na construção de seus conceitos e conhecimento.

A educação tem um papel muito importante, desde que ela seja crítica, e não uma educação que seja meramente para domesticar as cabeças.

Penso que não exista uma aula ideal. Mas poderá haver uma aula descontraída, agradável, arejada, em que alunos e professor(es) ali estejam por gostarem de ali estar, por quererem estar ali.
Com papos desobrigados, cada um buscando contar um pouco de sua experiência. Trocando figurinhas para crescer. Cada um desfrutando de tudo o que o outro traz para o convívio.

Algo o mais parecido possível com um bate-papo informal, contudo o assunto de cada encontro já estaria combinado e preparado anteriormente pelos membros: todos vêm já inteirados do que se conversará nesse dia. E com conteúdo e material para falar e discutir sobre o tema.

Os assuntos seriam sempre avaliados de acordo com a necessidade de todos os participantes, e de cada um deles, permitindo o compartilhamento do conhecimento de cada um por todos os membros do grupo. Tudo seria dividido irmãmente, cada um aprendendo com todos os outros.

Isso me parece algo próximo do que deveria ser uma Aula Ideal.

A aula que vale a pena é aquela que satisfaz o aluno e o professor.

É a aula que inquieta, instiga, provoca o pensar.

É a aula, na qual não existe quem sabe mais ou quem sabe menos. Ao contrário, é a aula onde aluno e professor, são parceiros na grande aventura de aprender.

É a aula que possibilita a invenção e a reinvenção da história de cada um; que possibilita a leitura e interpretação do mundo de um modo crítico, porém, humano.

É a aula que permite o “boom” do conhecimento de modo suave, numa atmosfera de conforto emocional...

É a aula que resulta em crescimento e realização pessoal.

Lágrima brota, desliza, escorre, goteja. Hai Kai.

Tempo tem mais o que fazer, do que só esperar a gente agir. Haja tempo ou não, aja!!

Quem vive em São Paulo é movido pela energia mais limpa que existe: a ESPERANÇA!

Ser PAULISTANO
é ser filho da MÃE
que quer acolher todo mundo,
e acaba mal falada.

Alerta: Alegria é contagiosa e transmissível.

A aula ideal é a utopia que todos, professores e alunos, devemos incansavelmente buscar. Que se destina à atenção seletiva durante todo o tempo. Que se permite calorosa e gentilmente a perguntas pertinentes e instigadoras, a respostas claras, reflexivas e inspiradoras; a atividades vivenciais que proporcionam a troca de experiências reais e de sonhos, que tocam a alma e a consciência. Em um ambiente descontraído e cordial, de onde se sai e dá, instantaneamente, desejo de correr e abrir o peito a um novo mundo, mostrando que algo mudou e cresceu. E uma vontade imensa de voltar. De pertencer para sempre.