Coleção pessoal de jackwistaffyna

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Não poste nada sobre a sua vida, muito menos as tuas conquistas nas redes sociais. Porque nem todos que te seguem querem o teu bem e ficam feliz com as tuas conquistas e sucesso. Uns só te seguem pra conseguir como te atingir e te destruir...

Lembra-se: você pode ser santo e justo, sempre haverá judas e fariseus torcendo contra você.

Cuidado com "Os cegos”, porque eles são as pessoas que, embora “vejam as tuas batalhas, as tuas lutas e os teus sacrifícios”, não ficam feliz com as tuas conquistas e sucesso que você alcança e posta. Eles te aplaudem e te felicitam, masnão têm boas intenções. Em vez de se inspirarem em voce elas te invejam. Porque sentem-se derrotadas e fracassadas quando vejam as tuas conquistas ou sucesso, elas só esperam apenas uma oportunidade para te criticar, te atacar e te derrubar. Essas pessoas são muito perigosas.

"Cuidado com os 'cegos', pois são essas pessoas que, embora 'vejam' suas batalhas, lutas e sacrifícios, não ficam felizes com as suas conquistas e o sucesso que você alcança e compartilha. Elas te aplaudem e te felicitam, mas não têm boas intenções. Em vez de se inspirarem em você, elas te invejam, pois se sentem derrotadas e fracassadas diante do seu sucesso. Essas pessoas estão sempre à espera de uma oportunidade para te criticar, te atacar e tentar te derrubar. Elas são extremamente perigosas."

Cuidado: Não é todo mundo que te segue com boas intenções. Às vezes, a discrição e o silêncio são as melhores formas de proteger sua paz e seu bem-estar.

"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."

Mesmo após a saída do colonizador português, Angola não conseguiu se libertar das correntes econômicas e políticas externas... Prova disso é só ver como o povo é governado e tratado, pelos seus governantes.

Mesmo após a saída do colonizador português, Angola não conseguiu se libertar das correntes econômicas e políticas externas. Essa crítica também está relacionada ao fracasso das promessas feitas pelas lideranças revolucionárias e o ideal de liberdade que não foi alcançado na realidade, resultando em uma Angola dividida e desiludida.

"A religião te enche de medo; a filosofia te enche de sabedoria."

Num país onde a mentira tem megafone, quem fala a verdade precisa sussurrar ou será esmagado.

ANGOLA, A MÃE DESALOJADA

Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.

O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.

A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.

O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.

Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.

Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.

Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.

Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.

O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.

Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.

Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.

Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.

Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.

Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.

Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.

É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.

Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.

Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.

Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.

Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.

Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.

Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...

Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.

Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.

Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:

"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."




Autor: Jack Indelével Wistaffyna

Deus quem é você?

Faço dos meus silêncios a minha morada.

⁠COMO ENTENDER MARTIN LUTHER KING E MALCOM X À LUZ DA FILOSOFIA?

Texto II.

Segundo a ideologia de Martin Luther King, é necessário que saibamos percebê-lo e compreender suas incursões na filosofia jakurista: Martin não foi apenas um revolucionário, mas sim um filósofo com princípios e ideias sólidas. Por quê? Porque ele incentivava os pretos a adotarem um comportamento imparcial e passivo, que levaria à resolução dos problemas que enfrentavam pela via do diálogo, do amor e da sensibilidade para com o opressor, sem que se derramasse sangue. A lei do talião, segundo sua ideologia, só provocaria mais derramamento de sangue e levaria ambos os lados à promoção da carnificina, algo que sua crença religiosa condenava e repudiava. Por isso, ele incentivava os pretos a não revidarem; para vencerem o inimigo, era necessário desarmá-lo psicologicamente, emocionalmente e fisicamente, oferecendo-lhe amor em vez de ódio. Diferente da ideologia e abordagem trazidas e promovidas pelo grande Dr. Malcom X, que defendia a lei do talião para que os inimigos do seu povo sentissem a mesma dor, perda e sofrimento, era necessário aplicar a mesma lei usada pelos opressores e detratores do povo preto. Dessa forma, ambos os lados chegariam à consciência de que a dor é universal para qualquer povo, pois somos feitos à imagem e semelhança do grande criador do universo. Ninguém é obrigado a consentir com a opressão, subjugação e ditadura impostas ao seu povo ou à sua família. É obrigação defender toda e qualquer causa que tenda a ferir e manchar a reputação do seu povo. Esta é a ideologia defendida por ambos, tanto Malcom X quanto Martin Luther King: todos estavam certos, pois sua preocupação era defender o povo preto das garras, grilhões e prisões que lhes eram impostas numa terra pela qual lutaram, defenderam, morreram e se sacrificaram em prol da independência.

⁠A PEJORAÇÃO DO NOME INDÍGENA

Desde a antiguidade, o homem procurou formas de ter o controle de tudo e até do seu próximo. Por essa razão, havia sempre guerra entre os povos vizinhos, tanto de curta quanto de longa distância. Não existe povo indígena. Por quê? Porque o termo indígena é uma pejoração, usado pelo Ocidente com a finalidade de desprestigiar, excluir e, acima de tudo, separar aqueles que eram nativos e originários das terras onde eles haviam emigrado em busca de riqueza. Por amor ao poder, eles exploravam, saqueavam, roubavam e pilhavam. O termo indígena era usado como código para desqualificação, humilhação ou rejeição contra aqueles que estavam sob os jugos do Ocidente. Se formos fazer uma investigação sólida e emancipadora, descobriremos e encontraremos vestígios que provarão essa narrativa, e teremos a conclusão de que aqueles que são chamados de indígenas verdadeiramente são os filhos ou verdadeiros nativos. Este termo nunca deveria ser aceito por aqueles que são nativos e originários de uma determinada terra ou país que lhes foi deixado como herança pelos seus ancestrais. O Ocidente taxou de indígenas somente os nativos da África, da América e da Ásia. A história tem muitas verdades que foram ocultadas por aqueles que continuam a tirar vantagem das mentiras velhas e caducas que, de tanto serem repetidas, tornaram-se verdades. E, por atingirem uma idade avançada, tornaram-se lendas na mente dos nativos oprimidos e acéfalos. O preconceito histórico, científico e acadêmico do Ocidente só é aceito por todos pelo fato de ser escolarizado e institucionalizado, tanto na Europa quanto em países onde não reina o resgate dos valores morais, culturais e, acima de tudo, históricos. Você não é indígena, você é nativo, melhor dizer: é um cidadão genuíno. Para aqueles que se conformaram e se alegram de serem chamados de indígenas, lembrem-se: o objetivo deles é fazer você se sentir inferior perante eles, e não igual a eles, muito menos orgulhoso da sua origem, da sua cor e do seu povo. Sei que serei taxado de louco e analfabeto funcional, mas uma verdade eu sei: em toda parte da Europa nenhum povo nativo é denominado indígena.

⁠A teoria leva-nos ao servilismo, e o servilismo leva-nos à corrupção do caráter e ao enfraquecimento psicológico e espiritual do nosso ser. Se não nos desprendermos dela, seremos eternos escravos, porque ficaremos dependentes, por milhares de anos, daqueles que dominam apenas a teoria. Por isso, eis a razão de exigirmos a prática em vez da teoria: porque a prática levar-nos-á à auto-libertação, à auto-realização, à progressão e ensinar-nos-á a sermos independentes. O melhor de tudo é que, quando dominamos a prática, ajudamos o próximo a crescer e a desenvolver-se. E quem sai a ganhar não somos apenas nós, mas sim o nosso país, porque nos tornamos mais produtivos.

Por isso: seja mais prático e menos teórico.

⁠PARA TODOS OS ANGOLANOS QUE NÃO TROCAM A MORAL PELO PÃO

Durante as lutas e guerras contra os regimes coloniais em África, muitos foram destemidos e corajosos em defender o povo (cor preta), a terra (cor verde), a nossa cultura (cor amarela) e, acima de tudo, as nossas vidas (cor vermelha). Muitos destes continuam anônimos na história do nosso país e de África, pelo facto de, naquele tempo, não haver muitos estudantes, acadêmicos, filósofos, revolucionários e historiadores que se ocupassem de registrar acontecimentos desse género. Mas isso não impediu que muitos dessem o seu contributo em prol da nação e do povo. Com o tempo, os destemidos (nacionalistas, filósofos, intelectuais, artistas, patriotas e revolucionários) foram despertando mentes, alimentando sonhos e iluminando os caminhos de muitos que estavam aprisionados, e outros que eram injustiçados e oprimidos pelos colonizadores. Graças a essa resistência e oposição aos detratores, muitos aderiram à luta contra a opressão, a injustiça, a ditadura e a exploração. Essas revoluções foram as sementes lançadas no nosso solo, que deram origem e frutos para a criação e o surgimento de muitos partidos políticos da época, como: UPA, UNITA, FNLA, MPLA, etc. Com o tempo, a UPA foi-se juntando a outros partidos.
Esses partidos tiveram como líderes: Jonas Savimbi (UNITA), Holden Roberto (FNLA) e Agostinho Neto (MPLA). Estes partidos tinham como princípio angular (base) lutar e guerrear contra todo tipo de opressão, injustiça e ditadura dentro do território angolano, que naquele tempo era dominado pelo regime ditatorial português. Eles lutaram, mas nem todos se mantiveram sólidos. Porque dois dos líderes traíram o povo e os interesses nacionais e, pior ainda, venderam o país de volta aos antigos patrões (colonos), o que fez com que alcançássemos uma falsa independência, levando-nos a tornarmo-nos refugiados dentro da nossa própria pátria. Isso aconteceu porque a sede pelas riquezas (avareza) e a fome pelo pão (poder) falaram mais alto do que a moral. Por isso, muitos corromperam-se.

⁠COMO DESCOBRIR UM GOVERNO GENOCIDA?

1º Todo sistema que é baseado na ditadura e na opressão transforma o país numa prisão e campo de concentração. É perseguido e odiado todo aquele que pensa e critica o sistema e aqueles que governam. Todos devem ser fiéis e obedientes a um só senhor, que tem o garfo e a faca do país na mão. Ser militante é mais importante do que ser cidadão. A arte é amputada em todas as áreas. Os interesses do partido são mais importantes do que os interesses nacionais.

2º Só é permitido a um determinado grupo ascender e progredir no país. Todo aquele que é próspero e fausto, mas que não faz parte do sistema e do grupo que controla a economia, a política e a cultura, é conspirado contra e eliminado. Quanto ao povo, só lhe resta crer nas falácias dos chefes, que vêm com mel nos lábios dizendo: “as coisas vão mudar, vão melhorar”, “devagar se vai longe”, e os anos vão passando.

3º Todo intelectual é conotado e censurado. Não são bem-vindos nos assuntos de caráter cultural e nacional. São obrigados a compartilhar o seu conhecimento com o povo, através de obras literárias que publicam. São vistos como rebeldes e taxados de revolucionários e arruaceiros. Por esta razão, muitos recorrem ao mercado exterior e internacional. Mas, mesmo assim, não escapam das conspirações que são tramadas contra eles. Apesar das perseguições sem tréguas, muitos conseguem escapar pela intervenção divina. Neste tipo de governo, é mais perigoso o cidadão que lê do que o cidadão fora da lei.

4º A concorrência não é permitida, para que não haja crescimento e progresso dentro da nação e na vida dos cidadãos. Os estrangeiros são os mais privilegiados e bem mimados, sob a condição de que serão cúmplices e marionetes do sistema para oprimir o povo, tanto na política, quanto na economia e na cultura. Porque eles agirão na segunda pessoa, enquanto o patrono nunca precisará dar a cara nem ser combatido pelo povo. Isso ocorre de forma muito camuflada, e quase nunca se vê ou se nota, porque eles baralham o povo a partir das leis que são promulgadas pelos políticos detratores.

5º A juventude é impedida de crescer e evoluir de duas formas:
1º - Prioriza-se mais a construção de fábricas de cerveja do que a construção de novas escolas e campos universitários.
2º - A venda de bebidas alcoólicas chega a ser 10 vezes mais barata do que a venda de manuais escolares, e livros são mais raros e caros do que bilhetes para festas noturnas, farras e maratonas.

Essa política tem como finalidade destruir a camada juvenil, para que um determinado grupo continue a governar o país, e o povo permaneça na pobreza e na miséria. Nas instituições acadêmicas, não é permitido o ensino da Filosofia, Química e Física como carreiras, para que essas áreas não venham a ser uma pedra no sapato daqueles que governam a seu bel-prazer...

⁠Matumbo diplomatizado: é toda pessoa, embora escolarizado e certificado por instituições de ensino, permanece aprisionado em estruturas mentais colonizadas, arrogantes e descomprometidas com a emancipação do outro. É alguém que sabe, mas não entende; que repete, mas não questiona; que ostenta, mas não liberta.

Matumbo diplomatizado - alguém que passou pelo sistema de ensino formal, mas não desenvolveu pensamento crítico, nem autonomia intelectual. É alguém com título acadêmico, mas sem consciência transformadora.

⁠NÃO ACEITE AS MASSAS TE TRANSFORMAR E CORROMPER

O maior erro e defeito que muitos matumbos diplomatizados (ignorantes com diploma; intelectuais demagogos) cometem, este nome ou atributo é dado a todos: licenciados, mestres e doutores, é que o que mais demonstram durante uma entrevista ou debate é a arrogância e a prepotência para com o adversário ou opositor, no que concerne a conversar, debater ou dialogar. Eles tomam essa atitude porque não conseguem debater ou conversar sem primarem pelo respeito sapiencial e intelectual. Segundo as percepções e argumentos que mostram e defendem, estes estão fundados nas ideologias de escritores que mais gostam de ler e apreciar, seja pelo percurso acadêmico, intelectual ou estilo literário. Isso os torna centralistas, presos psicológica e intelectualmente e, acima de tudo, demagogos, porque não se preocupam em libertar os ouvintes com o conhecimento que adquiriram durante os seus anos de formação. O que fazem é apenas exibir as suas posições, sotaque e diplomas conseguidos em instituições acadêmicas de destaque, acabando por se esquecer do verdadeiro sentido da educação e da formação, que é partilhar, ensinar e instruir o próximo a ser um ser pensante, e não um robô ou papagaio cuja única funcionalidade é a repetição de ideias. Podemos ler muitos livros e estudar nas melhores escolas e universidades, mas, se não tivermos a capacidade de criticar e criar as nossas próprias ideias e argumentos, nunca estaremos em pé de igualdade com aqueles que nos instruíram e partilharam o seu saber conosco. Isso acontece com muitos porque se sentem confortáveis em estar e pensar dentro da caixa... Algo que torna muitos licenciados, mestres e doutorados em matumbos diplomatizados. Por essa razão, muitos ainda continuam e estão presos no sistema da Matrix.