Coleção pessoal de isaque_ramon_correia_claudio_2
O que mais dói não é apenas o peso da luta diária, mas a indiferença cruel de quem vê o outro quase desistindo de tanto sofrer e, mesmo podendo, recusa-se a dar uma única chance ou comprar algo para aliviar o fardo do irmão.
É doloroso ver alguém sangrando e se esforçando dia e noite para crescer, enquanto quem está ao redor assiste ao sofrimento de braços cruzados, incapaz de gastar um único centavo para estender a mão e comprar o que essa pessoa vende.
Querem culpar o sucesso ou a ambição dos outros, mas escondem o fato de que nunca compraram nada, nunca divulgaram nada e nunca deram uma chance real para quem está batalhando na base.
Em vez de destilar críticas e inventar desculpas para invalidar o esforço de quem quer vencer, essa gente deveria olhar para o próprio umbigo e perceber que o verdadeiro atraso é a falta de solidariedade.
O fracasso de quem tenta criar e prosperar muitas vezes pesa nas costas de quem tem a mania de apontar defeitos, mas nunca teve a coragem de comprar ou apoiar o esforço de ninguém na vida.
Quem vive de julgar quem ousa crescer costuma ser a mesma pessoa egoísta que não gasta um centavo no negócio do próximo, mas depois quer cobrar resultados.
O verdadeiro veneno não é a busca pelo crescimento, mas a hipocrisia de quem fica na arquibancada criticando, torcendo contra e se recusando a mover um dedo para ajudar quem está tentando vencer.
É fácil apontar o dedo e culpar o fracasso alheio, difícil é ter a decência de comprar, divulgar ou dar o mínimo de apoio para quem está ralando para construir algo do zero.
Em vez de torcer contra ou criticar quem ousa criar e crescer, essa gente deveria entender que o verdadeiro fracasso coletivo está em não ter a coragem de apoiar o esforço de quem está tentando fazer o corre do próprio negócio.
É uma hipocrisia sem tamanho culpar a ambição alheia pelos problemas do mundo, quando o verdadeiro freio ao desenvolvimento é a falta de solidariedade de quem só pensa em si e não quer ver ninguém prosperar.
Quem critica o crescimento dos outros usando a desculpa da desigualdade costuma ser a mesma pessoa que se recusa a movimentar a economia local ou a ajudar quem está na base batalhando para subir.
O fracasso de quem está tentando crescer muitas vezes não é falta de capacidade, mas o peso do egoísmo de uma sociedade que só sabe apontar o dedo, mas não tem a empatia de comprar, divulgar ou estender a mão pelo menos uma vez na vida.
É muito cômodo ficar de braços cruzados julgando quem tenta vencer, enquanto a própria pessoa é incapaz de gastar um centavo ou dar uma única chance para apoiar quem está trabalhando duro.
Todos enxergam a divisão de valores como desculpa para o fracasso alheio, mas poucos querem entender que a verdadeira transformação exige trabalho duro e expansão, não desculpas.
Pregam uma falsa pureza moral baseada na escassez, fingindo que rejeitar o crescimento é um ato de bondade, quando na verdade é apenas medo de encarar a realidade dos fatos.
A ilusão de que a riqueza material anula o amor ao próximo serve de escudo perfeito para quem não quer sair do lugar e prefere criticar quem ousa vencer.
Usam a desculpa de que a busca pelo sucesso financeiro aumenta a desigualdade, ignorando que o comodismo e a recusa em criar valor coletivo prejudicam muito mais a sociedade.
É mais fácil rotular a ambição de trilionários como falta de bom senso ou maldade, do que admitir que o verdadeiro obstáculo é a falta de coragem para crescer.
Muitos preferem justificar a própria inércia culpando a riqueza, como se acumular uma fortuna fosse sinônimo de falta de amor ou de egoísmo pesado.
O egoísmo reina absoluto: as pessoas querem que o mundo mude, mas não mexem um dedo para construir nada que preste para o coletivo.
