Coleção pessoal de iamvivianlira

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Ás vezes, você tem que ser responsável pela sua própria felicidade.

A vida é uma série de portas se fechando, não é?

A coisa mais importante é que você deve dar às pessoas o que elas querem, mesmo que isso te mate, mesmo que te esvazie por dentro até não existir mais nada. Não importa o que acontecer, você não pára de dançar, e você não pára de sorrir, e você dá às pessoas o que elas querem.

Você sabe qual é o problema com todo mundo? Eles só querem ouvir aquilo em que acreditam. Nunca ninguém quer ouvir a verdade.

Eu não sei como você espera que eu te ame quando você se odeia tão claramente.

Não pode continuar fazendo merda e ficar se sentindo mal como se isso resolvesse alguma coisa.

Eu não me relacionava bem com pessoas da minha idade. Talvez a verdade fosse que eu não me relacionava bem com as pessoas, ponto.

Minha vida era uma noite sem lua. Muito escura, mas com estrelas, pontos de luz e
razão... E aí você apareceu no meu céu como um meteoro.

A dor é a única coisa que resta da existência de vocês. E a única coisa que me resta é a dor.

Eu parecia uma lua perdida – meu planeta destruído em algum cenário de cinema-
catástrofe – que continuava, apesar de tudo, numa órbita muito estreita pelo espaço
vazio que ficou, ignorando as leis da gravidade.

Agora você sabe... ninguém nunca amou alguém como eu amo você...

Tropeço em meus próprios pés, odeio aniversários, fico corada por qualquer coisa e prefiro ler livros a festas e badalações.

Não acho que realmente tinha dormido. Só me perdi num estupor sem pensamentos, prendendo-me com todas as forças ao torpor que me impedia de perceber o que eu não queria.

Era um alívio ficar sozinha, sem ter que sorrir e ficar satisfeita; um alívio olhar pela janela a chuva entristecendo tudo e até deixar algumas lágrimas caírem.

Isso será bem típico - eu estragar tudo, destruir o mundo num momento de trapalhada!

O tempo sempre se acelera quando se está ansiosa pra fazer algo desagradável.

Eu era como uma concha, como uma casa vazia, por meses sem ninguém - uma casa condenada - eu era completamente inabitável. Nenhum investimento poderia me deixar funcional outra vez.

Mas este sempre foi o meu jeito. Tomar decisões era a parte dolorosa, a parte que me angustiava. Mas depois que a decisão era tomada, eu simplesmente a seguia - em geral com alívio por ter decidido o que fazer. Às vezes o alívio era tingido de desespero, mas ainda era melhor do que lutar contra as alternativas.

E eu percebi que me divertia com a solidão ao invés de me sentir solitária.

Respirei fundo e esperei que ar encontrasse nos pulmões. Isso não aconteceu.