Coleção pessoal de HelgirGirodo
Uma obra de arte conjugal valorizada é aquela que tanto um quanto o outro cônjuge pinta a mesma tela com as cores de cada coração.
Livre-se dos velhos amores e das saudades de antigos relacionamentos, pois no leito conjugal não pode haver
lembranças ou comparações, ocupando o mesmo espaço.
O barco conjugal é construído de ataques e defesas, de mágoas e felicidade, de perdas e valores, sob os quais dois corações precisam se harmonizar.
Numa caminhada a dois os passos de ambos devem manter o mesmo ritmo de crescimento, respeito e amor para quem deseja um casamento de longa durabilidade.
No estágio do amor o casamento começa a construir uma total reciprocidade e coopera para firmar uma união estável mais promissora.
Existindo sincronia no amor conjugal a cumplicidade colabora para um relacionamento sadio e duradouro.
Entre duas almas que se amam não deve existir nenhum
programa hostil ou profano, que comprometa a sua duradoura companhia e quebre o dique de uma confiança recíproca.
Na receita do amor a dois devem haver, no decorrer de seu relacionamento, ingredientes como frieza na falsidade, paciência nas intimidades e vigor na fidelidade.
Turbulências e ameaças caracterizam a vida de ambos
os cônjuges que professam uma falsa identidade do amor.
Qualquer casamento, havendo a força do compromisso e da lealdade, permanece inalterável, alcança longevidade do amor e mantém sua harmonia familiar.
Um casamento mal resolvido gera momentos de turbulência e impulsos ameaçadores, deixando brechas para sua dissolução.
A vida conjugal é como uma mistura de frutas dentro de um liquidificador: sabores e dissabores se misturam, porém dissolvidos com sabedoria.
Como um girassol em busca da fonte solar assim é o casamento que firma sua existência, olhando para Deus.
Um relacionamento desimpedido é baseado na autoconfiança, no respeito e principalmente na fidelidade conjugal.
A terapia do casamento é eliminar de vez todos os mitos, valorizando o romance conjugal para desfrutar do melhor relacionamento.
A intimidade conjugal é maior quando ambos retiram as máscaras da inocência e partem para a satisfação mútua.
A concordância sobre um casamento seguro e feliz deve ser vista debaixo de uma conversação franca, sem atritos e sem perdas.
