Coleção pessoal de Gyann_0
Se eu te amo?
Oh, meu amor, meu amor por você é imenso. Eu te amo como Van Gogh se encantou com as estrelas, assim como Leonardo da Vinci amou pintar o mais belo sorriso, como Orfeu amava compor músicas de paixão para sua amada Eurídice, ou como Chaplin encontrou felicidade em fazer os outros rirem em meio ao silêncio. Te amo dessa maneira — de forma completa, sem reservas, genuína, sem barreiras, destemida, sem truques, apenas você. É como se você demonstrasse que o amor verdadeiro não menospreza, não critica, mas simplesmente recebe, reconhecendo a beleza mesmo onde o espelho pode falhar em capturar, falhar em evidenciar e louvar. Eu desejaria quebrar este espelho para que cada parte refletisse sua luz para mim, sonhando em arrancar meus olhos para que você pudesse observar sua própria beleza através deles, como uma flor, um sorriso brilhante, o fascínio de uma lua. Ah, mas que lua, aquela distante no céu, que um dia desejei alcançar. E aqui está você, abandonando seu papel de estrela noturna e guia dos perdidos, para guiar meu coração tolo até você. E, ao longo do caminho do seu coração, sua gentileza me ofusca de amor, cegando-me de paixão com sua luz, como a de uma estrela, mas não uma estrela qualquer, uma estrela que é você, brilhante e encantadora, que me cativa sempre que te vejo, pois de longe, via uma bela lua que me direcionava ao amor, mas agora é uma estrela que já não me guia mais, mas me envolve com sua graça e amor, me aquecendo em seu coração e fazendo-me sentir agradecido por te amar, grato por te ver, grato por poder afirmar que sou seu e você é minha, grato como a mais simples planta que se alegra por ter você como meu sol, entre milhares de estrelas, você é única em bilhões e bilhões, você é a única que tenho a alegria de dizer Eu Te Amo.
MANIFESTO CONTRA A HIPOCRISIA.
Eu vim esclarecer o ódio, desgosto e principalmente nojo que sinto por festas "modernas". Não sou alguém muito sociável, apenas quero seguir uma linha reta que nunca mostrou perigos, mas as poucas vezes que fui a "festas" ou algo que infelizmente é parecido, sentir uma ancia de desgosto pelo oque estava a me cercar, nunca tinha visto algo tão.....imundo, escroto, repugnante, estupido e completamente sem lógica alguma pelo o por que aquilo significa "comemoração", eu vi tanto em poucas vezes que já estive presente fisicamente e não mentalmente, pois eu me mataria se dedicasse um neurônio ou resquício de minha alma para um evento tão depravante, vi pessoas andarem sem lógica alguma sem se importarem por onde pisavam ou quem perturbassem por simplesmente seguir não uma correnteza, mas sim, um redemoinho que matava seus corpos e carregava suas almas até o mais profundo oceano de águas mortas que enferruja o mais brilhante dos diamantes no mais inflamável carvão. O excesso de informações era tão ilógico quanto uma engrenagem sem dentes. Ali não existia comemoração além do caos, não existia música, apenas barulho incessante como gritos verdadeiros de sofrência vindos do pior dos assassinos. Pessoas dançavam sem sentido ou motivo, como se pisassem em chamas do próprio inferno, sabendo que nunca apagaram. Tentei, mas eu juro que tentei aproveitar algo de lá, não me juntando a eles, mas sim tentando aproveitar o peso da realidade. Tentei respirar para me lembrar que estava vivo, mas só consegui sentir o odor de fumaça e o fedor de burrice no ar. Tentei me movimentar, mas estava preso como um peixe em uma rede feita de pessoas se encostando por simplesmente não olharem o quanto espaço existia à sua frente, e, como um padrão, todas carregavam copos, com o único diferencial ser o nome da bebida, mas todas serem o mesmo veneno asqueroso. Aqui eu digo: se o próprio demônio vier me entrevistar, eu irei avisá-lo se eu cair. Espero que meu inferno seja semelhante a isso, pois não acho nada mais sofredor do que viver a eternidade em uma porcaria dessas.
Um corpo ideal refere-se à circunstância em que a cabeça pode assumir a função de uma perna, assim como uma perna pode desempenhar o papel de uma cabeça.
A alma humana resplandece como um diamante, possui valor superior ao ouro, porém se desgasta como o cobre e se contamina com a carne.
Por vezes, a vida revela que existir como uma engrenagem, em sincronia, é preferível a viver desordenadamente em um batalhão, sem direção entre conflitos ou conquistas.
A morte é como uma esbelta dama, que odeia os que se jogam nela e ama os que a conquistam por simplesmente esperarem.
Ao ter o direito de chorar, torna-se o mais mimado entre os príncipes, e ao não ter o direito de chorar, torna-se mais responsável do que o mais miserável escravo.
