Coleção pessoal de GilNunes

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Por vezes, escrevo para que meu coração fique quietinho.

Eu nunca tive receio de ficar por baixo, engana-se quem só quer ficar por cima, afinal, nossa existência se dá numa verdadeira roda gigante; ora embaixo, ora em cima.

Quando eu fecho os olhos, consigo enxergar muito mais adiante.

Quanto mais você se embebedar da sua religiosidade sectária, mais se distanciará de Deus e das pessoas.

Sonhar não é inventar, trata-se de colorir o agora que vivemos para nós e para os outros, conosco e com os outros.

Talvez eu não conheça você por você não ser uma pessoa solidária.

Minha solidariedade se dá em quê, promovo as pessoas que admiro. Assim será sempre. E sempre!

Já me acostumei com você, disse os olhos à claridade.

No Direito Possessório, há quem tenha a posse e o título, mas, eis que sempre existirá quem queira reivindicar o bem objeto da felicidade da vida, contudo, há controvérsia.

No Direito Possessório, uns têm a posse, e outros têm o título, na vida, por vezes, nos assemelhamos aos conflitos de natureza idêntica, todavia, me refiro às relações humanas; materiais e imateriais.

Quando você sofre por amar algo ou alguém, é porque você está querendo pôr alguma coisa no amor ou tirar alguma coisa do amor, amor este, que deve ser ele mesmo, sem pôr e sem tirar.

Não se iluda com o amor, apenas deixe ele existir, sem pôr e sem tirar.

Quando seu pai não quiser falar com você é porque ele é um verdadeiro imbecil.

Quando sua mãe não quiser falar com você, fale com a mãe dos outros.

Cada vez que você entrar num ambiente sendo bom ou não, sendo claro ou escuro, sendo triste ou alegre, sendo social ou não, lembre-se de verificar com antecedência onde fica a porta saída de emergência.

Durante toda a vida, precisamos contar com o que temos para contar; aquilo que estiver à mão.

Quando servimos uns aos outros com o coração em Deus, acabamos servindo a Deus, por causa do nosso coração que se interliga com Deus e uns com os outros.

A voz é um meio especial de se identificar as pessoas.

Cada vez que você tentar botar fé no sofrimento alheio, menos sofrerá o alheio que você quer tanto que sofra.

Por vezes, precisamos ouvir a voz uns dos outros; dos que escrevem e dos que não escrevem.