Coleção pessoal de GabrieldeArruda

41 - 60 do total de 98 pensamentos na coleção de GabrieldeArruda

O suicídio não é a saída pela porta dos fundos, é pular da janela de um prédio em chamas, não se trata de um ato de covardia nem valentia, apenas desespero.

Gabriel de Arruda

Existem dois caminhos;
O da sabedoria e o da felicidade, qual tu escolhes? A dor do conhecimento ou o prazer da ignorância?

Gabriel de Arruda

Se tu encheres a tua cabeça com conhecimento, não deixará espaço para o sofrimento.

Gabriel de Arruda

Se a vida é um quebra-cabeça, eu sou uma peça com defeito, não vejo meu lugar de encaixe. Devemos cortar nossos excessos para encaixar-se n'outros abraços?

Gabriel de Arruda

Tribalismo Social

A construção de nossa pseudo honra é efêmera, permeia as fronteiras de nossos instintos sociais, algo intrínseco nossa Tribo, guerras, genocídios e ganância. A ignorância é cultuada em pequenas sociedades, símbolo de um coletivo massivo, concebido a idéia frívola de uma vida fugaz.

Gabriel de Arruda

O prelúdio da dor é a amor, minha languidez se deve este fato. O devaneio de obter sua atenção é minha conspiração.

Gabriel de Arruda

Não sei o que dói mais, ter sua companhia, mas não te ter ou te ver partir. Como dói te amar, você é minha doença, minha cura, minha sanidade e minha loucura.

Gabriel de Arruda

Você é o Sol que ilumina as faces do meu sofrimento, afugenta a sombra em meu coração, não solte minha mão, por favor, me aqueça mais uma vez!

Gabriel de Arruda

Na sombra da tua ausência a morte me afaga e acolhe em teus braços, sinto falta dos teus abraços, minha amada.

Gabriel de Arruda

Eu odeio demasiadamente te amar intensamente.

Gabriel de Arruda

Você se afastou, tua graciosa voz deu lugar a um tenebroso silêncio.
Este silêncio aterrador é abruptamente interrompido pelo pulsar de meu coração, uma sonata melancólica ecoa pelos corredores deste vazio palco onde, sou maestro desta dolorosa orquestra.

Gabriel de Arruda

Para acender uma vela, antes, é preciso que haja uma necessidade, estar no escuro. Só é possível emitir luz nas trevas.

Gabriel de Arruda

Ao peneirar seus erros, jogue fora todos os resíduos contidos no filtro, não deixe fluir novas águas em velhas sujeiras, o sabor das falhas é amargo.

Gabriel de Arruda

Serei feliz, porquanto tiver um lápis ou pincel em mão.

Gabriel de Arruda

Viva o agora
Hoje, pegue tua melhor roupa e vista! Amanhã poderá estar trajando um paletó de madeira.
Hoje, cuide de sua beleza, sinta-se radiante! Amanhã os vermes poderão estar devorando sua pele e juventude.
Nós não escolhemos quando iremos morrer, mas podemos escolher quando viveremos. Crie seu tempo!

Gabriel de Arruda

Plantaram a semente do ódio no meu coração, assim como a chuva, minhas lágrimas irrigaram infértil solo do furor, eu amadureci nos galhos da dor.

Gabriel de Arruda

O Universo é tão vasto quanto nossa mente, evolua suas idéias, exploda como uma supernova.

Gabriel de Arruda

Sigo na contramão, esbarrando meu ombro contra os demais, atraindo olhares tortos e reprovação. Sigo neste caminho tão solitário, tropeçando em passos falsos.

Gabriel de Arruda

Teus olhos como o Luar iluminam a penumbra do meu coração,

Meu espírito está inquieto por sua ausência.

Não tire essa luz de mim, não me deixe perdido na escuridão.

Preciso do teu sorriso e de teus abraços, sofro essa abstinência,

Por favor não solte minha mão.

Gabriel de Arruda

Por quanto tempo você será capaz de manter seu "monstro" enjaulado? Esse mundo cruel e injusto o alimenta cada dia mais e mais, o quê você fará quando perceber que ele foi e será sua única companhia? Já se perguntou o por que chamamos de monstro o produto dessa sociedade medíocre e podre? Não seria a sociedade o verdadeiro monstro? O medo do desconhecido e daquilo que consideramos sombrio nos afugenta, mas e se abraçarmos o "monstro"? A criatura que nos acolhe com suas odiosas garras e nos faz forte em momentos de fraqueza. Somos feridos por outros humanos, mas o "monstro" converte ação em reação, transforma nossa dor em ódio, covardia em coragem para revidar nossos agressores. Eu te pergunto, quem é o monstro?

Gabriel de Arruda